Qual é o melhor Assassin’s Creed já lançado?

Qual o melhor Assassins Creed capa Ok

Se você chegou até aqui é porque a dúvida permanece, sobre Assassin’s Creed, qual o melhor jogo já lançado afinal? Bom, eu poderia responder esta pergunta logo de uma vez, mas seria muito injusto. Isso porque, até hoje, são pelo menos nove jogos AAA lançados desde o primeiro título da franquia, lá em 2007. E isso significa que alguns títulos podem ser melhores que outros em quesitos específicos.

Exatamente por tal complexidade, e tentando não ser injusto com alguns títulos (por exemplo, comparar o poderio gráfico de um jogo de 2007 com um de 2015 é um pouco sacanagem), listei aqui os nove principais jogos da franquia e coloquei, de modo breve, os pontos altos e baixos do jogo e uma nota (de 1 a 5) para cada um dos quesitos. Ao final, vamos ver, pelo menos sob o meu ponto de vista (e meus argumentos), qual o melhor jogo de Assassin’s Creed.

Aviso: alguns trechos podem ‘parecer’ spoiler.

Assassin’s Creed (2007) – Qual é o melhor?

Qual é o melhor Assassin's Creed - Capa do jogoPC, Playstation 3, Xbox 360, Xbox One
Destaque: lançamento da franquia, revolucionário para a época, melhor história de todos os jogos

História: nota 5
Uma ficção científica de primeira (uma máquina que revive as lembranças dos seus antepassados armazenadas no seu DNA), a vivência de um período histórico fascinante, a Terceira Cruzada. Uma briga entre Templários e Assassinos, duas irmandades que realmente existem, um personagem principal que sabe tanto quanto o jogador sobre o que está acontecendo e tudo isso para recuperar artefatos de uma civilização que veio antes dos seres humanos. Sério. Não tem nota menor do que a máxima.

Sistema: 3,5
Ótima junção de um jogo stealth e action em um mundo aberto, com lutas realistas e muito parkour. Além disso, um menu que mantém a diegese e transporta o jogador para o jogo. Mesmo tudo isso, o grande pecado de Assassin’s Creed é a terrível repetição somada à baixa dificuldade. Essas duas coisas tiram muitos pontos do jogo, mas não diminui a genialidade e ousadia do título para a época.

Tela de Menu Assassin's Creed

Inovação: 5
Somente a junção do stealth mais action já seria algo a se levar. Só que, mais do que isso, o jogo trouxe um sistema fluído e inovador em um jogo mundo aberto e, além de tudo, com uma excelente história como pano de fundo. Não é à toa que o título fez tanto sucesso logo quando surgiu. O “plus” de ambientar a trama misturada à história da humanidade é de explodir o cérebro. Nota máxima.

Gráficos: 5
Lembre-se de considerar, sempre, a época em que o jogo foi lançado – Quando Assassin’s Creed surgiu, ele surpreendeu por muitas coisas e uma delas foi a qualidade gráfica. Não apenas pela beleza e riqueza de detalhes das cidades e dos personagens, mas a preocupação com a movimentação realista dos personagens rendeu um jogo inesquecível. Repare como Altaïr (personagem principal) se comporta quando está em “low profile” e quando está assassinando um inimigo. Nota máxima, claro.

Diversão: 3,5
As primeiras dezenas de minutos de Assassin’s Creed são muito boas. A história também. O próprio sistema de jogo também foi algo que se diferenciou, e muito, de outros jogos. Entretanto, a contínua repetição das ações no jogo o transformam em algo fácil de ser encarado como monótono. A verdade é que a repetição não acompanha a qualidade da história e o jogo pode, em metade do seu tempo, se tornar enfadonho. Um pecado terem errado nisso.

Qual o melhor Assassins Creed I - gameplay

Personagens: 5
O primeiro Assassin’s Creed trouxe inimigos e personagens secundários cheios de personalidade e carisma. Não apenas nos assassinos da Irmandade, como Malik e Al Mualim, mas também com outros muitos NPCs que perambulam pelo caminho. Mas, claro, os mais marcantes são os inimigos. Os nove alvos de Altaïr possuem personalidades únicas e marcantes e roubam a cena a cada diálogo do jogo – os melhores da série.

Segue um gameplay de Assassin’s Creed, para quem ainda não jogou:

Assassin’s Creed II (2009) – Qual é o melhor?

Qual o melhor Assassins Creed II - jogoPC, Playstation 3, Xbox 360
Destaque: melhoria de tudo que havia no primeiro jogo

História: 5
Diferente de seu antecessor, Assassin’s Creed II nos mostra toda a trajetória do Assassino Ezio Auditore. O jogador literalmente “nasce” com o personagem e acompanha toda a trajetória de sua vida. Junto a isso, Ezio é um cara legal, galanteador, briguento, divertido e jovem. A tragédia que muda seu destino é pode ser sentida pelo jogador, assim como sua busca por vingança. A soma de tudo isso fez de Ezio um dos personagens mais carismático da franquia. E a continuação da história de Desmond manteve Assassin’s Creed interessante.

Sistema: 5
A continuação acertou onde o primeiro jogo errou. Ponto. Assassin’s Creed II acertou em praticamente tudo e o sistema, que antes acabava resultando numa sensação repetitiva, aqui foi melhorado e repleto de side missions que possuem grande importância na história do personagem – aquelas que o jogador faz questão de completar. Além disso, as novas formas de assassinato, as novas armas, o sistema de lucro e revitalização na cidade e a simplificação dos “low” e “high profile” deixaram tudo mais simples.

Qual o melhor Assassins Creed II - Sistema

Inovação: 5
Difícil explicar, mas, em tudo que Assassin’s Creed acertou, a continuação veio e melhorou – apenas a história que, eu acho, as duas são equivalentes, mas, por serem bem diferentes, fica difícil explicar em poucas palavras. Sistema, gráfico, interação, variedade, animação, tudo. Assassin’s Creed II não é apenas o jogo da série mais equilibrado, mas, sim, um dos melhores jogos existentes na história dos games.

Gráficos: 4
Não coloquei a nota máximo por um simples motivo: evolução. Não vou entrar no mérito disso ser algo que depende não apenas do jogo, mas do maquinário disponível. Então, independente disso, por ter dois anos de diferença do primeiro jogo, a evolução gráfica de Assassin’s Creed II é boa e notória, mas nada que tenha despertado um espanto alarmante. De novo: a evolução existe e é perceptível, mas não foi incrível.

Diversão: 5
Assassin’s Creed II é um equilíbrio entre uma boa história (nas duas storylines) e um sistema fácil e que flui naturalmente, dentro de um grande mapa de mundo aberto. Ou seja, um jogo em que você está ansioso para concluir a história para saber como tudo aquilo vai terminar e se o personagem principal concluirá seu objetivo, ao mesmo tempo em que você quer fazer todas as missões paralelas. Isso, a meu ver, é diversão pura. Nota máxima.

Qual o melhor Assassins Creed II - gameplay

Personagens: 5
A brincadeira de trazer personagens históricos para o jogo se mostrou divertida para a Ubisoft. No primeiro, os inimigos históricos foram de grande importância, mas, com certeza, os de Assassin’s Creed II são os mais lembrados. Também, como concorrer com Leonardo Da Vinci, Machiavelli, Lorenzo de’ Medici e a família Bórgia. Difícil. Nota máxima, também, claro.

Confira o gameplay de Assassin’s Creed II:

Assassin’s Creed Brotherhood (2010) – Qual é o melhor?

Qual é melhor Assassins Creed Brotherhood - jogoPC, Playstation 3, Xbox 360
Destaque: estreia do modo online e presença da irmandade no jogo

História: 3
Sejamos sinceros: Assassin’s Creed Brotherhood é uma grande expansão de Assassin’s Creed II. A história da (re)criação da Irmandade dos Assassinos na Itália é muito boa e muito bem representada na mecânica do jogo, mas, veja bem: tudo o que vemos nesta continuação é o desenrolar do que já imaginávamos para o fim do segundo jogo. Isso faz de Assassin’s Creed Brotherhood um jogo ruim? Não! Jamais. Mas também não o torna tão envolvente. Para mim, é até difícil ver este capítulo separado do anterior. Previsível.

Sistema: 4
Enquanto a história é previsível, o sistema, em si, traz boas melhorias, mas, se destaca, de verdade, pelo rico e divertido modo online. A própria Ubisoft já disse que o modo online foi pensando até mesmo para o primeiro jogo e, bom… Não ter feito isso foi a verdadeira sorte de Assassin’s Creed Brotherhood. Este é o chamariz. Mas, claro, o sistema de reconstrução da cidade (que debuta em Assassin’s Creed II) junto aos recrutas da Irmandade e as muitas melhorias no modo de luta trazem vigor ao sistema do jogo.

Qual o melhor Assassins Creed Brotherhood - Sistema

Inovação: 3
As novidades de Assassin’s Creed Brotherhood são muito bem-vindas: modo online, sistema de reconstrução da cidade (ampliado e melhorado), alistamento e evolução de recrutas e, claro, não podemos deixar passar batido a presença das legendas e menus em português. Mas, ainda assim, juntando tudo isso, as novidades parecem dignas de uma grande atualização do jogo anterior. Não parece um jogo novo com uma inovação gigantesca. Mesmo o modo online, que é trunfo do título, não me permite dar uma nota maior que três.

Gráficos: 2,5
Passado apenas um ano após o lançamento de seu antecessor, podemos dizer que as melhorias gráficas entre os dois foram as menores possíveis. Sinceramente, vejo pouquíssima diferença, mesmo sendo notório haver evoluções em algumas texturas e movimentação. Ainda assim, a nota é baixa por não ter ocorrido nada que realmente surpreenda. Para quem é técnico, até as configurações recomendadas para o PC são as mesmas entre os dois jogos. Ou seja: (quase) nada mudou.

Diversão: 4
A diversão é garantida neste título já que, em termos de jogo, toda a parte boa foi mantida e, o que nasceu no título anterior, foi melhorado. O sistema de luta mais ‘solto’, a variedade de armas, o sistema de discípulos, as missões secundárias. Tudo é muito legal. Mas, com certeza, a possibilidade de jogo multiplayer leva Assassin’s Creed Brotherhood para outro patamar. Eu nem sou tão fã assim, mas, existir a opção muda tudo e deixa o jogo muito maior.

Qual o melhor Assassins Creed Brotherhood - gameplay

Personagens: 3
Imagino que eu esteja parecendo repetitivo, mas… Sorry, guys! Esta é a minha impressão. E, de novo, veja bem, uma nota três não é uma nota ruim: é 3/5. E, justificando os pontos faltantes Assassin’s Creed Brotherhood, mesmo com uma história bacana, horas de boa jogatina e um modo online muito divertido, ao final, ele traz o mesmo elenco de Assassin’s Creed II, mas com um destaque para Cesare os seguidores de Romulus. Micheletto, por exemplo, que seria um cara FODA, achei um personagem muito mal explorado.

Vídeo de gameplay de Assassin’s Creed Brotherhood:

Assassin’s Creed Revelations (2011) – Qual é o melhor?

Qual o melhor Assassins Creed Revelations - jogoPC, Playstation 3, Xbox 360
Destaque: encontro dos três personagens principais Altaïr, Desmond e Ezio

História: 4
Reúne os três personagens principais apresentados na saga: Altaïr, Ezio e Desmond. Somente isso já deveria garantir a pontuação máxima de Assassin’s Creed Revelations. Eu só não o fiz, pois, acredito, deve haver alguma coisa no desenrolar da história que simplesmente não me atrai tanto. Arrisco dizer que o caminho percorrido por Ezio em Constantinopla, que me parece, em algum momento, não estar no mesmo nível da história de Desmond e de Altaïr, que achei simplesmente geniais. Mas, no geral, a história do jogo é excelente.

Sistema: 2,5
Este item e o próximo podem ser unidos em apenas um parágrafo. A maioria das novidades surgidas em Assassin’s Creed Revelations simplesmente não pegaram. Vejamos: hookblade, para se pendurar nas linhas, ok. Para escalar, nhé!; paraquedas foi legalzinho, no máximo (que surgiu em Assassin’s Creed Brotherhood, como bem lembrou a leitora Hariamy); defesa de Den foi horrível, aposto que pensaram isso lá para o 3DS e alguém se apegou e transportou para o PC; a feitura de bombas é a mais simpática, mas só serviu para aquela ocasião (e isso ficou legal); por fim, o eagle vision com uma etapa mais. Sério, não. Neste jogo, erraram no sistema.

Qual o melhor Assassins Creed Revelations - Sistema

Inovação: 3
O título é cheio de inovação. Sim, ele é. Entretanto, não basta inovar, tem que ser algo bom. Na minha opinião, Assassin’s Creed Revelations foi o laboratório de testes da franquia em um momento de transição de diretores (Patrice Desilets > Alexandre Amancio). Hook Blade, sistema de defesa de Den, nova eagle vision, paraquedas e a construção de bombas foi algo que apareceu, fez sua cena e depois sumiu da série. Ou seja, não deu certo. Eu até me simpatizei com as bombas, mas mesmo assim, as novidades nasceram e morreram ali.

Gráficos: 3,5
Talvez eu esteja sendo injusto com o título, mas o ponto que tirei é exclusivamente por causa dos personagens. Sério, o cenário de Assassin’s Creed Revelations é lindo. A cidade, as roupas, as cores… Tudo isso é realmente cativante e passa um ambiente mais sério que a Itália. Mas, os personagens me parecem horríveis. Afora a Sofia, que realmente é linda: Ezio não parece o Ezio, Desmond é outro personagem, Clay é feio e o Altair não é o mesmo do primeiro jogo (nem parece o Desmond). Isso é decepcionante.

Diversão: 3,5
Ainda que o sistema de jogo não ajude muito, o carisma de um Ezio mais velho e a excelente história do jogo garantem a diversão do jogo. Sem contar que a nova paisagem, saída da Itália já gasta pela franquia, dá uma nova cor em um ambiente riquíssimo de detalhes e bem trabalhado quanto à cultura da Constantinopla do começo do século XVI. E, claro, o multiplayer melhorado também mantém o nível do jogo alto, mas sem o chamariz necessário para uma nota maior.

Qual o melhor Assassins Creed Revelations - gameplay

Personagens: 4
Um dos pontos altos do jogo é o elenco. Além dos três principais, os personagens que interagem com Ezio são muito bons. Yusuf é um líder divertido e jovial, Sofia é apaixonante, Clay é um dos doidos mais legais, Tarik é foda!, Suleiman I é um cara jovem líder admirável, Dilara e até a líder Romani que parece não ter nome é carismática. Gostei bastante dos personagens do jogo. Eles dão vida e motivação à história.

Gameplay de Assassin’s Creed Revelations no PC:

Assassin’s Creed III (2012) – Qual é o melhor?

Qual o melhor Assassins Creed III - jogoPC, Playstation 3, Xbox 360, Wii U
Destaque: tudo novo – novo continente explorado, novo personagem assassino, nova plataforma, novo sistema

História: 3,5
A trajetória do personagem principal Ratonhnhaké:ton é digna de atenção. O começo do jogo contando a sua origem complicada, o trauma de infância, a transição complicada da vida “selvagem” para a modernidade… Tudo isso é muito bem apresentado. Ao mesmo tempo, no presente, com a história de Desmond, tem um desfecho, mas, (e eu avisei que teria spoilers), é um desfecho péssimo. Ruim de doer a alma. Mas, por outro lado, Connor (Ratonhnhaké:ton) segura bem o tranco.

Sistema: 4,5
Quando surgiu, o título trouxe uma clara informação em suas mais diferentes comunicações: trata-se de um NOVO jogo. Da tipografia dos textos, do marketing feito, do novo continente, da nova plataforma… Tudo. E, para o bem da franquia, deu tudo certo. Mesmo com uma grande quantidade de bugs e um personagem controverso (não caiu no gosto do povo), Assassin’s Creed III trouxe muita coisa nova e a grande maioria, coisa boa. É um título indispensável.

Qual o melhor Assassins Creed III - Sistema

Inovação: 5
Assassin’s Creed III foi o grande jogo da “revolução da franquia”. Isso aconteceu, principalmente, pelo upgrade de plataforma (Anvil > Anvil Next) que permitiu, entre muitas coisas: as mudanças climáticas (bem realistas), a presença de animais ferozes (e a caça destes), sistema de comércio mais complexo, novas (muitas) animações de luta, diferente arsenal de armas, novas movimentações, controle de navio. Tudo isso foi um grande conjunto de inovações. Talvez, a maior de todas na franquia.

Gráficos: 4,5
A qualidade do jogo também foi excelente. Diferente dos jogos anteriores, a beleza da mudança climática, a movimentação mais robusta (não só dos personagens, mas dos animais e da flora, bastante viva) e também a alteração que o clima proporciona na animação é de cair o queixo. Em uma das suas nomeações a prêmios, Assassin’s Creed III perdeu, por muito pouco, para outros jogos milionários, mas, ainda assim, manteve a dignidade. É um belo jogo e só não leva a nota máxima devido às falhas (bugs) existentes – que não são poucas.

Diversão: 4
O esperadíssimo jogo atendeu às expectativas. As novidades tamanhas dentro do jogo foram tão bem aceitas que a saga iniciada por Assassin’s Creed III rendeu não apenas bons jogos, mas boas histórias e personagens memoráveis. Este título mostrou grande variedade de ações em um terreno totalmente novo. Além da cidade, havia o campo para caçar, o mar aberto para navegar e tudo com um personagem dividido entre a inocência e violência de um selvagem. Mesmo sendo controverso para muitos, é o que eu mais gosto.

Qual o melhor Assassins Creed III - gameplay

Personagens: 4
A mudança de ares trouxe uma grande leva de personagens novos. Logo no começo do jogo conhecemos Haytham Kenway e trilhamos uma parte de sua jornada até descobrirmos que (lá vem spoiler) ele é ninguém menos do que o pai do personagem principal. Daí para frente, temos o excelente Charles Lee, Benjamim Franklin, George Washington, Thomas Hickey, a adorável Oiá:ner e tantos outros. Um ótimo elenco.

Vídeo com o gameplay de Assassin’s Creed III:

Assassin’s Creed IV Black Flag (2013) – Qual é o melhor?

Qual o melhor Assassins Creed IV - Black Flag - jogoPC, Playstation 3, Playstation 4, Xbox 360, Xbox One, Wii U
Destaque: um dos mais divertidos de toda a saga, melhor sistema de exploração da franquia

História: 2,5
Começamos pelo ponto fraco do título. A história do jogo não é ruim. Pelo contrário. Pelo ponto de vista do pirata Edward Kenway, Assassin’s Creed IV Black Flag tem uma ótima história. Ela conta toda a trajetória deste personagem de uma maneira divertida e interessante. Mas, quando falamos de Assassin’s Creed, aí, parceiro, a qualidade vai lá embaixo. E não estou dizendo isso por o próprio Edward ser alheio às práticas da irmandade (isso é da hora, na verdade), mas sim pela introdução de elementos novos e o fim da era Desdmond: péssimo.

Sistema: 3,5
O sistema amadureceu muito bem do título anterior para este. Eu gosto de comparar a evolução como a de Assassin’s Creed para Assassin’s Creed II. Eles usaram a nova plataforma, viram a receptividade de público, corrigiram os erros e lançaram algo melhorado. A questão é que o sistema de jogo foi muito favorável ao tema proposto (óbvio) e tudo se encaixou muito bem. Ao final, o sistema navega junto ao jogador e às necessidades do jogo sem tana complexidade (e sem muitos bugs), mas exigindo atenção.

Qual o melhor Assassins Creed VI Black Flag - Sistema

Inovação: 4
Black Flag não é exatamente inovador, mas o fato de mostrar, com primazia, como eram os tempos da Era de Ouro da pirataria faz do título algo genial. Já tivemos diferentes jogos de piratas e também muitos outros Assassin’s Creed, mas esta junção deu MUITO certo. As peculiaridades desses personagens dentro do universo do jogo possibilitou mostrar um título único, independente da franquia. Excelente trabalho da Ubisoft.

Gráficos: 4
A evolução do poderio gráfico e a mudança de geração beneficiou este jogo. Aqui, os jogadores de console puderam sentir a diferença de poderio gráfico entre uma comparação rápida do mesmo jogo em Playstation 3 e 4 (ou Xbox 360 e One). Quem vive de PC (como eu) já está acostumado com gráficos de alta qualidade… Mas a conversa aqui é sobre a beleza deste título, mostrando um universo marítimo muito bonito e paisagens de ilhas e cidades fantásticas. É, definitivamente, um belo jogo, em diferentes cenários.

Diversão: 5
O ponto mais alto do título com certeza é a diversão. O jogador nem precisa ser fã de Assassin’s Creed para se deleitar com este jogo. Controlar um pirata, saquear outros navios, descobrir tesouros, arrumar confusão em terra ou simplesmente ficar navegando (e ouvindo as ótimas chants) já faz de Assassin’s Creed IV Black Flag um ótimo jogo. Mas, claro, estamos falando de um título da franquia e, ainda assim, com tudo isso, ele vale muito a pena. Arrisco dizer, este é o jogo mais divertido da série.

Qual o melhor Assassins Creed IV Black Flag - gameplay

Personagens: 5
Eu já disse que o texto tem spoiler, mas, assim, uma das cenas finais de Assassin’s Creed IV Black Flag é simplesmente uma das mais emocionantes de toda a saga. Quando Edward Kenway olha para uma mesa e relembra todos os seus amigos piratas, no tempo em que eles sentavam para beber e ouvir as cantorias dos bares… Cara, isso resume tudo. Emocionante. Um dos melhores elencos da série, com certeza. E mesmo os outros, desde Dulcan até Adewalé, só personagens esféricos. Nota máxima!

Gameplay de Assassin’s Creed IV Black Flag:

Assassin’s Creed Rogue (2014) – Qual é o melhor?

Qual o melhor Assassins Creed Rogue - jogoPC, Playstation 3, Playstation Now, Xbox 360
Destaque: abertura da visão dos Templários para os jogadores, segunda melhor história

História: 5
Excelente! Quando a Ubisoft resolveu colocar o jogador na pele de um Templário, ela acertou em cheio. Mas, quando ela resolveu mostrar que um Assassino mudou de lado, aí, sim, ela foi genial. A ideia de um personagem que troca de lado, na verdade, não é nova. Temos isso em muitos títulos da série, mas ter a oportunidade trilhar o caminho dessa escolha foi a melhor coisa que a empresa fez pela franquia nos últimos anos.

Sistema: 4
A parte mais legal do título é que não se trata apenas de mudar a “visão” da história para os Templários, mas sim toda a dinâmica do jogo. Aqui, Shay não tem que enfrentar seus ex-irmãos usando suas habilidades, mas, também, compartilhando das técnicas utilizadas pelos Templários. O legal é que tem coisas que não são propriamente novas, mas resgatadas lá do multiplayer de Assassin’s Creed Brotherhood. Isso é mito bacana. O jogo em Assassin’s Creed Rogue é diferente da dinâmica dos outros títulos e isso deu personalidade ao título.

Qual o melhor Assassin's Creed Rogue - Sistema

Inovação: 3,5
As diferenças na condução do jogo através dos métodos Templários fez de Assassin’s Creed Rogue uma pérola dentro da franquia Assassin’s Creed. A ideia de “mudar” tudo para uma nova ótica faz o título ser um jogo novo, mesmo em se tratando de uma mesma plataforma e um mesmo universo. ‘Tá certo que parece meio “puxação de saco”, mas a verdade é que o jogo é uma ideia simples muito bem executada. Mas a grande inovação é apenas dentro da franquia.

Gráficos: 5
Assassin’s Creed Rogue teve a sorte de pegar o fim da vida dos consoles da sétima geração (Xbox 360 e PS3), além de ter sido o quarto jogo feito em uma plataforma já consolidada (AnvilNext). Isso possibilitou belos gráficos e uma ambientação muito boa. A atmosfera gélida combina com o tom da história (traição, no ponto de vista da franquia, afinal o nome do jogo é Assassin’s Creed).

Diversão: 4,5
A Ubisoft acertou demais neste jogo. A inversão de papéis transformando um excelente Assassino em Templário mudou tudo e não apenas a história e o sistema. Jogar com o Shay tem uma carga emocional extra e matar um ex-irmão de ideologia é algo pesado. Eu sou muito suspeito para falar deste título, já que eu gostei muito deste capítulo da saga. E eu nem citei aqui o fato da amplitude de “tenuidade” que o jogo traz para o universo de Assassin’s Creed. Título obrigatório e que deu fôlego para a franquia (mas a storyline do tempo presente continua ruim).

Qual o melhor Assassins Creed Rogue - gameplay

Personagens: 5
O elenco do jogo é repleto de personalidades muito fortes na franquia. Quem já jogou se lembra da lista de nomes que aparecem: Haytham Kenway (só ele já vale!), Adewalé, Achilles, Charles Lee, George Monro, Benjamin Franklin, Charles Dorian, James Cook… Sério, é muito personagem bacana em apenas um jogo E se você acha que estou citando apenas nomes de outros jogos, atente-se à Hope e ao Liam. Nota máxima.

Assassin’s Creed Unity (2014) – Qual é o melhor?

Qual o melhor Assassins Creed Unity - jogoPC, Playstation 4, Xbox One
Destaque: modo cooperativo online, belos gráficos, alto nível de personalização

História: 3,5
Deveria ser o ponto forte do jogo, mas não o é (por pouco). O período histórico é complexo. Riquíssimo e complexo. Ao mesmo tempo, Arno tem sua vida amorosa com uma templária para resolver, e, também, todo o mistério por parte do assassinato de seu pai e também do pai de sua amada, Elise e, claro, ainda tem a Espada do Eden. Tudo isso levando a Grão-Mestre Germain. Do jeito que eu coloquei aqui está tudo muito porco, mas, sinceramente, acho que o jogo teve história demais para pouco tempo de desenvolvimento.

Sistema: 3,5
É um sistema de jogo, no geral, bom, mas um tanto complicado. As muitas opções de Assassin’s Creed Unity não foram direcionadas para o primeiro jogador. São pelo menos três tipos de dinheiro/ponto/recompensa disponíveis no jogo (Sério! Analise friamente, que ‘porra’ é essa?), personalizações a dar com pau, que alteram diretamente a capacidade do seu personagem e, claro, um modo cooperativo inédito, que, sim, é muito foda. Entre esses altos e baixos, ainda assim, o jogo tem um sistema bacana, ainda que complexo.

Qual o melhor Assassin's Creed Unity - Sistema

Inovação: 4
Mesmo problemático por causa de seu lançamento catastrófico, Assassin’s Creed Unity trouxe muita coisa nova. Um modo de personalização muito rico, modo online cooperativo divertido, um mapa gigantesco com diferentes tipos de side missions e uma movimentação de parkour que uau!, é linda de se ver. É uma grande pena que o lançamento do título tenha sido marcado pelos erros (culpa de Alex Amancio, talvez?), pois Assassin’s Creed teria sido um jogo épico.

Gráficos: 5
Lindo. Acho que eu deveria resumir tudo em apenas isso. Os gráficos desse jogo são embasbacantes. É uma França retratada com uma vivacidade e paixão que eu, sei lá por qual motivo, não consegui ver em outros jogos – nem mesmo em Assassin’s Creed (em Assassin’s Creed II, talvez). Para mim, Assassin’s Creed Unity é o jogo mais bonito da série inteira. Ponto.

Diversão: 3,5
Difícil falar de um jogo sem contextualizá-lo com seu lançamento. Hoje, Assassin’s Creed Unity é lindo, forte e garboso, mas nem sempre foi assim. Quem quis se divertir no lançamento do jogo, simplesmente não conseguiu. E, ainda assim, mesmo depois de corrigido, algumas missões paralelas totalmente desconexas à história e a imensa quantidade de ações disponíveis deixa o jogo até assustador. O modo online equilibra a diversão, já que é o único jogo cooperativo de toda a franquia.

Qual o melhor Assassins Creed Unity - gameplay

Personagens: 3
O elenco é bom, mas o potencial era gigantesco. Na minha opinião, Assassin’s Creed Unity é o jogo que mais tem personagens subaproveitados. Arno tinha tudo para ser “o cara”, assim como seu relacionamento com Elise (que, ao final, pareceu até mais convicta que o principal) tinha tudo para ser memorável, mas não foi o que aconteceu. Em Assassin’s Creed Unity, muitos personagens ficaram, ao final, nos 70% e isso é palpável no desenvolvimento da história. Eu acho que o jogo merece uma segunda chance.

Vídeo de gameplay de Assassin’s Creed Unity:

Assassin’s Creed Syndicate (2015) – Qual é o melhor?

Qual o melhor Assassins Creed Syndicate - jogoPC, Playstation 4, Xbox One
Destaque: dois personagens selecionáveis, personagens carismáticos, gráficos excelentes

História: 2,5
Minha maior crítica com o jogo é exatamente a história. Ela até é acompanhável, mas é simples, previsível e, digamos, até infantil. Parece que foi feita para um público mais jovem entender. Mas, ‘pera aí! Não me entenda mal. Histórias “simples” não são ruins. O problema é que Assassin’s Creed não é uma franquia simples. Pelo contrário! Então, por uma simplicidade posta numa franquia complexa, a meu ver, a nota cai.

Sistema: 3,5
Bastante divertido, mas parece que ele foi feito para os leigos. Enquanto seu antecessor foi complexo, parece que a sequência ficou com medo de errar e puxo o freio de mão. Ainda assim, o sistema não é ruim. Exemplo: as lutas são bonitas, mas mostram animações gratuitas (enquanto os assassinos dos outros jogos matavam, Jacob e Evie batem bastante para depois matar. Eles não conseguem ser rápidos ou querem mostrar a técnica? Ou seja, não se preocuparam com isso ou com o que o jogador ia pensar sobre, saca?).

Qual o melhor Assassin's Creed Syndicate - Sistema

Inovação: 3,5
Não achei o título inovador, ainda que algumas novidades tenham sido legais. O arpão para escalar é sensacional e muda o ritmo do jogo. Além disso, os trens e carroças são divertidos pelo simples manuseio. A evolução dos personagens também ficou dinâmica e o jogador tem o controle. Tudo isso é bom, mas, tudo isso só inovou dentro da franquia. Muitos outros jogos já fazia isso há muito tempo. Ou seja, não é uma inovação, mas sim o acompanhamento da tendência do mercado.

Gráficos: 5
Assim como seu antecessor, o jogo é muito belo. Não se trata apenas do poderio gráfico, mas da preocupação da ambientação e da atmosfera que o jogo passa. A Londres de Assassin’s Creed Syndicate é viva, pulsante e angustiantemente poluída pelo progresso. Dá para sentir no jogo a urbanização tomando conta dos hábitos das pessoas. A mecanização da vida, do trabalho, a marginalidade daqueles que não se encaixam. Muito, muito bom. Nota máxima é o mínimo.

Diversão: 4,5
Por pouco Assassin’s Creed Syndicate não leva a nota máxima. Muito pouco. Acho que este meio ponto que tirei é apenas pela repetição das missões, ainda que haja uma grande variedade de coisas a se fazer no jogo. A história fácil, com os personagens carismáticos, uma bela e grande cidade para se explorar, diversas missões a se fazer, somadas ao sistema simples de evolução renderam um ótimo jogo. Bom para quem não conhece a franquia, bom para quem já jogou todos.

Qual o melhor Assassins Creed Syndicate - gameplay

Personagens: 4
Ainda que a história seja infantil, os personagens de Assassin’s Creed Syndicate são ótimos. Os gêmeos principais trazem um brilho para a franquia que, sinceramente, é único. Além disso, personagens secundários possuem carisma e personalidade. Henry Green é ótimo e até mesmo personagens de DLC, como Jack, the Ripper, por exemplo, roubaram a cena no jogo. Gostei bastante.

Confira um vídeo de gameplay de Assassin’s Creed Syndicate:

Qual é o melhor Assassin’s Creed?

Colhendo todos os números apresentados nesta postagem, nós temos o seguinte:

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Advertência: se você só está vendo a tabela sem checar meus argumentos primeiro, eu espero que você não chilique nos comentários. Entenda que para cada nota, de cada jogo, eu tentei explanar um motivo. Não consegui ir a fundo em cada crítica, até porque temos muitos jogos e eu não posso (re)escrever a Bíblia em um post, então, use o bom senso e tente entender o meu ponto de vista – caso contrário, você que se dane.

Sendo assim, o melhor jogo de Assassin’s Creed, em todos os aspectos, segundo meu ponto de vista é:

Assassin’s Creed II.

Acho que, no fundo você já sabia, vai?…

Qualquer leitura mais séria a respeito de jogos, o único título de Assassin’s Creed que vai aparecer na lista é o número dois (talvez, o quatro). Isso porque ele é extremamente equilibrado em seus quesitos. Há muita coisa boa no jogo e uma melhoria gigantesca quando comparado ao título anterior que já era MUITO inovador, mas que precisava de alguns reajustes. Assassin’s Creed II é o melhor em tudo? Por Thor, NÃO! Eu acho, por exemplo, que Assassin’s Creed IV Black Flag é o mais divertido de toda a série, assim como Assassin’s Creed Unity é o mais bonito e, também, que Assassin’s Creed (o primeiro) tem a melhor história de todos.

Enfim, este é um texto longo por haver muitos jogos, mas tentei, ao máximo, deixar meus argumentos bem enxutos para que seja possível ler tudo sobre todos os jogos de maneira rápida. Em contrapartida, isso provavelmente fez com que eu não falasse de itens muito importantes que justificam ou alteram uma nota. Mas, também estou preparando postagens separadas para cada um dos jogos, onde vou poder descascar o abacaxi acerca de um título com mais espaço e paciência.

Mas e aí, o que você achou? Concorda, discorda? Acha que é necessário colocar novos quesitos? Bom, deixe seu comentário aí e vamos debatendo. Como eu disse, este é o meu ponto de vista e eu adoraria ter uma nova ótica sobre um jogo (algo que eu nunca reparei).

 

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49 Comments

  1. Às vezes sou julgado por não ter o AC 2 como o preferido,e por não achar o Black Flag tão fodão assim. Sempre gostei muito das histórias envolventes e daqueles personagens que têm aquela frase de efeito marcante, em como já deve estar claro (“Eu faço a minha sorte”), Rogue é o melhor, na minha opinião. Shay é muito bem formado, e ver alguém matando Assassinos renomados, nos faz crer que essa pessoa tem que ser, no mínimo, muito fora. AC 2 é meu segundo favorito. Seguido por AC 1.

    • Olá, Silva. É normal haver discordância, mas acho que a grande questão é saber distinguir preferido de melhor. O AC que mais gosto e mais tenho carinho é o AC3, mas sei que ele está longe de ser o melhor da franquia por N motivos. Eu gosto de todos, mas também adoro o AC Rogue. Sempre gostei dos Templários e do clima estabelecido em AC1, quando não se sabe quem está certo, Assassinos ou Templários. A grande questão de comparar todos eles é tentar seguir uma análise mais técnica e contextual. Exemplo, hoje, Assassin’s Creed 1 é relembrado por ser repetitivo, mas na época do lançamento, ele era altamente inovador e com gráficos surpreendentes…

    • Silva eu prefiro mesmo o AC Black Flag ele na minha opinião éo mais fodao que tem na saga éo rogue e tipo o black flag mais só que ao em vês de vc abordar o navio inimigo eles também podem te abordar então por isso q eu prefiro o black flag do q os outros o black flag éo mais fodao e depois vem o AC || q e fodao também

  2. Eder, jogo o Assassins Creed desde o primeiro e gosto demais desse tipo de jogo. Como não será lançado um novo em 2016, você conhece algum jogo parecido?

    • Oi, Heloísa. Tudo bem?
      Estamos na mesma página então, pq eu tbm gosto desde o primeiro. 🙂

      A primeira pergunta é: você jogou todos? do AC1 até o AC Syndicate? Isso implica também jogar o AC Liberation (originalmente para PSP), o stand alone Freedom Cry (que é sensacional) e também os Chronicles (que são três, China, India e Russia).

      Se já tiver jogado, ainda tem alguns outros títulos, mas que são mais obscuros (por causa das plataformas) e também por terem sido descontinuados. Você pode dar uma olhada em alguns, aqui: http://assassinscreed.blog.br/tudo-sobre-assassins-creed-jogos-livros-games-spin-offs-roupas/#outros

      Agora, se vc já tiver jogado tudo mesmo, eu acho difícil encontrar um jogo parecido com AC. Se quiser algo nos tempos modernos, você até tem o Watchdogs, com vários easter eggs de AC. Se quiser o clima, Prince of Persia é uma franquia que traz semelhanças no gameplay e tem uma história divertida.

      Outro jogo que tem a mecânica parecida é o Shadow of Mordor. Eu adorei esse jogo, mesmo sendo, praticamente, sobre matar Orcs. Se você gosta do universo de Senhor dos Anéis, é uma ideia.

      Também estou com “The last templar” na minha wishlist, mas ainda não comprei para ver se é legal.

      Outro que a crítica também elogiou foi Dishonored, que já está para lançar o 2. Não joguei, mas me lembro que é em primeira pessoa.

      Já com relação a “história”, fica difícil. AC é meio “único” com essa coisa de usar o plano de fundo realista baseado na história humana. Você até pode encontrar jogos muito bons com isso, como Civilization ou Crusader Kings, mas não se trata de um jogo de ação.

  3. amo esse jogo, e concordo do assassins 2 ser o melhor…. porem gosto muito do brotherhood por conta do Ezio ter uma irmandade que muita das vezes ajuda em suas missões e torna o jogo mais legal , acho que seria mais pela diversão o brotherhod mais de historia mesmo acho que eu concordaria mesmo o 2…

    • Oi, Sara. Acho que o AC que mais gostei de jogar foi o ACIII, mas concordo que ele tem algumas falhas. Já o ACII, acho que ele vai ficar na história dos games como um dos melhores AC.

  4. Sobre a lista eu achei bem interessante. Depois do 3, parece que a saga do Desmond na Abstergo foi totalmente inútil, porque #SPOILER# logo que perderam ele, eles logo arranjaram um jeito de continuar sem ele. Pra mim, eles deveriam focar mais na Abstergo porque se fosse pra ser só um jogo sobre a memoria dos assassinos faz logo como o Liberation e tira a parte chata do presente que nao vai pra frente nem pra traz.

    • Oi, Hariamy. Obrigado pelo apontamento (mencionei tua observação lá). Sobre as mudanças, a saída do Patrice Desilets deve ter alterado tudo na saga. Lembro-me de um vídeo onde o dublador de Desmond revelou que a história original tinha como ponto principal o desenvolvimento de Desmond, até o ponto em que ele poderia relembrar das coisas sem precisar entrar no Animus e tal. Infelizmente, este caminho prejudicou bastante o enredo de AC. Tanto é que vão finalizar o arco do Projeto Fênix nas HQs e não nos jogos… Triste.

  5. Bah, muitos criticam o AC 3, porém foi um dos que mais gostei, e falo isso jogando praticamente do 1 ao Rogue em seguéncia. Não sei porque o Connor foi tão criticado, achei um ótimo personagem, que tinha diversas dúvidas entre ajudar seu povoado indígena ou a causa dos assassinos.

    SPOLER

    E o final dele achei muito show. A cena dele andando e vendo escravos sendo vendidos em praça pública e ele com aquele ar de “Putz, será que realmente não adiantou nada?”

    • Fala, Lucas. Cara, eu não escondo de ninguém que meu Assassino predileto é o Connor por diversos motivos. Eu gosto muito de AC3. Sei que ele tem falhas, como praticamente todos os ACs têm, mas o jogo foi fantástico em seu lançamento e, até hoje, proporciona muita diversão…

  6. AC2 é o queridinho dos fãs, e não é pra menos. Mas pessoalmente, não gosto dessa ideia ter apenas 1 favorito. Com exceção do 1° e do Unity, joguei todos os outros listados, mas os quais tenho um mais gosto são:

    Assassins Creed 2 – foi o primeiro dá série que joguei, tenho um grande carinho por ele, graças à ele eu me tornei um fã.

    Assassins Creed 4 – apaixonado pelo tema, em especial os navios, seja pirata, mercante, marinha real etc, todos tem seu charme, e muito fã também de Piratas do Caribe, não poderia ter tido outra reação.

    Assassins Creed Rogue – indo no embalo do antecessor, com negação livre e batalhas navais, esperei ansioso pelo lançamento, e ao jogar, só peguei mais gosto.

    Assassins Creed Syndicate – atualmente estou jogando, a história de fato não é lá essas coisas, mas o tema em si é o que me pegou, lembra muito o filme ‘Gangues de Nova Iorque’ (o qual gosto muito) com essa coisa de fundar sua gangue, os Hooks, dominar territórios, derrotar os líderes de cada área, a cidade, o período escolhido, os personagens, tudo isso me prende. Pra quem gostou do filme ‘Gangues de Nova Iorque’, com certeza vai gostar de AC Syndicate. Apesar das história é divertido com certeza.

    • Fala, Rodrigo. Eu concordo com você que é muito difícil escolher “um melhor”, mas sempre tem. Seja qual for o motivo, a gente acaba “gostando mais” de um título específico. Entretanto, a ideia, no texto, foi tentar ser um pouco imparcial – acho isso quase impossível.
      Eu gosto de todos também e de cada um dos títulos, tem algo que eu acabo gostando “mais”, cada qual por um motivo específico. Entretanto, meu Assassin’s Creed predileto é o ACIII.

    • Então, Alisson, a minha ideia foi diferenciar “melhor” de “preferido”. Meu Assassin’s Creed preferido é o ACIII, mas ele não tem condições de ser o melhor por N defeitos. Acho que AC Syndicate não pode ser o melhor porque a história é muito fraca, e o tempo presente é só um pouco de cutscenes. Sem contar que o sistema, apesar de bacana, não é novidade nenhuma. E a ausência do coop apresentando no Unity também faz Syndicate perder pontos.
      Assassin’s Creed IV Black Flag é fantástico. É um excelente jogo, mas também peca na história. Na minha opinião, é o melhor jogo de pirata que existe, mas não tem a complexidade de Assassin’s Creed. Já Assassin’s Creed Rogue é MUITO foda. É uma pena que tenha sido lançado junto ao Assassin’s Creed Unity e tenha concorrido com ele. A história do Shay é fantástica.

  7. O único que joguei até hoje foi o 3, e de fato, esse jogo é incrível e inovador. Inúmeras possibilidades, um protagonista que tem pensamentos perturbados e que faz você entender seu ponto de vista sobre tudo.
    Uma das coisas coisas que me fizeram comprá-lo de primeira foi a inovação, de fato, simplesmente por fazer o jogador ter a possibilidade de caçar, se envolver na floresta (encontrar penas, bugigangas, assaltar comboios, caçar animais e outras coisas), poder navegar para lugares diferentes, explorar alguns cenários fora de Nova Iorque e Boston, por exemplo.
    O sistema de batalha me encantou (ainda mais com as cutscenes no meio de movimentos), a diversidade de armas e o que você pode fazer com elas, aliás, dardos envenenados e flechas formam uma dupla perfeita. Esse jogo me fez quebrar a cabeça em muitos momentos, principalmente na transição de Haytham para Connor, ainda jovem.

    Personagens incríveis mesmo, assim como a história, no meu ponto de vista. Não entendi tão bem tudo o que ocorreu (e busco um artigo que explique ela em ”poucos detalhes”), mas gostei.

    Ótimo artigo!

    • Fala, Rubens. Pois é, cara. Eu tbm tenho muito carinho pelo Assassin’s Creed 3. É um jogo que marcou um grande salto para a franquia, mas, ao mesmo tempo, ele teve também pontos complicados. A troca do protagonista (já que Ezio foi o maior deles) não foi aceita por todos e, principalmente, a troca de plataforma gerou muitos bugs, o que é natural, mas conta como ponto negativo.
      Eu tbm acho o AC3 amplo e o início da execução do novo controverso caminho decidido pela Ubisoft. O que mais me deixa triste, no entanto, é como o AC3 ficou para trás e a Ubisoft nunca mais o utilizou. Depois do AC3, o Connor simplesmente foi esquecido (algo parecido com o Arno) e isso me deixa desanimado.

  8. Cara, para falar bem a verdade, não joguei todos os AC. Os que eu joguei foram partes do 1 e do 2 (desisti de jogar simplesmente por não ter me agradado a jogabilidade, pelo menos no computador, e por que a história não me prendeu tanto, mesmo todas as pessoas dizendo que estes possuem as duas melhores da saga inteira. O 2 acho que se deve ao fato de eu ter achado o início um pouco parado, e para mim que sou muito ansioso, isso não “cola”), joguei também o 3, o 4, o Rogue, o Unity e o Syndicate.
    O meu preferido foi o Assassin’s Creed Black Flag somente pelo fato de ele ser o jogo mais divertido que já joguei. Acho que todos concordam que a história não é das melhores, o problema é nem todos sabem que o Edward Kenway é um dos poucos personagens que realmente não existiu na vida real. Este jogo é praticamente um resumo dos grandes acontecimentos da Época Dourada da Pirataria (https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89poca_Dourada_da_Pirataria#Piratas_da_.C3.A9poca), até mesmo a (SPOILER) morte do Barba Negra é muito parecida com a sua verdadeira morte. Posso admitir que por história ser minha matéria favorita, este jogo me encantou pelo grande contexto histórico e é muito provável que seja este o motivo de eu ter me divertido tanto (ao ponto de já ter jogado a história principal 5 vezes) e achar o jogo o meu favorito da saga.
    Aqui eu deixo a minha ordem de melhores adaptações históricas, não contando com o Black Flag. (Avaliação por cenários):
    1 – Assassin’s Creed Unity;
    2 – Assassin’s Creed Syndicate ( o Syndicate se eu não me engano foi baseado no filme Gangues de Nova Iorque, achei que deu muito certo a adaptação, mas ainda concordo com você que a história é bem fraquinha e previsível);
    3 – Assassin’s Creed 3;
    4 – Assassin’s Creed 2;
    5 – Assassin’s Creed 1.
    Obs: Sinto muito em te informar mas o jogo que eu menos gostei foi o terceiro. Porém, dois pontos altos nesse jogo (para mim) foram dar o início a navegação marítima e apresentar a família Kenway, se isso não tivesse dado certo, é provável que Black Flag não teria existido.
    Vlw, abraço!

    • Olá, Julio. Blz? Bom, como você escreveu bastante coisa, vou tentar elencar tudo.
      1. É… Fica meio difícil você não ter jogado todos os ACs e falar que um deles é melhor. Eu, confesso, tenho meu jogo predileto dentro da série, mas não acho que ele foi o melhor. São coisas diferentes. Independente disso, o mais certo seria você jogar todos os jogos.

      2. Talvez por você não ter jogado todos, mas o que você exaltou no Black Flag, na verdade, é uma característica extremamente comum da saga. Todo mundo que jogou Assassin’s Creed desde o primeiro sabe que há inúmeros eventos nos jogos que condizem com a realidade história, mas não há fidelidade aos personagens principais. Esta é a beleza da ficção…

      3. Sobre você não ter gostado do AC3, tudo bem. Não precisa sentir. Muita gente não gosta do AC3 por inúmeros motivos. De novo, é o que eu mais gosto, mas sei que ele não é o melhor. E concordo contigo, se o AC3 não tivesse ido bem (mais vendido da série até), também acho que o Black Flag poderia não ter existido.

  9. Ouvi dizer também, que o próximo AC possa se passar no Egito Antigo, o que você acha a respeito disso?
    Para mim pode dar muito certo, misturar a mitologia e a cultura dos egípcios com o Credo dos Assassinos e dos Templários pode ser bem interessante, além de que o cenário pode conter muitos elementos de parkour e pode-se usar uma peça do Éden como a explicação para as construções dos grandes monumentos egípcios, como as pirâmides e os obeliscos. E também não iriam faltar personagens históricos para introduzir no jogo.
    Obs: Acho que um jogo na Grécia Antiga poderia ser bem legal também!

  10. Me desculpe respeito a opnião de todos mas o melhor pra mim foi Assassin Creed 3… joguei muito, muitooo mesmo!
    Historia envolvente e a dificuldade em fazer as coisas em stealth era enorme!

    • Fala, Adriano. Blz?
      Cara, a grande questão é saber dividir preferido de melhor. Eu tbm prefiro MUITO o AC3 do que muitos jogos, mas seria inocente dizer que ele é o melhor. O AC3 tem defeitos e qualidade de algumas coisas também é duvidosa. Ainda assim é o meu preferido. Quando o pessoal fala que o preferido é o melhor, a análise técnica fica de fora, então não fica dífícil discutir por números, mas, sim, por gosto…

  11. bom eu não gostei do se dane é um desrespeito a quem esta lendo e dando atenção ao que vc escreveu ao relatar teu ponto de vista dos jogos vc foi muito bem eu tenho o assassins 4 e parece que faltou alguma coisa e sobrou algo mais é um jogo bem divertido no geral e quero comprar masi um e vai ser 2 ou 3 mais pelo que vc falou fiquei curioso e pode ser o 2

    • Fala, Dhou.
      Bom, eu até pediria desculpas, mas, na boa, isso é um texto de blog de internet. Se sentir ofendido por isso é melindroso demais – até mesmo porque eu tento colocar mais em tom de brincadeira rude do que ofensa.
      Sobre comprar outros ACs, serei sincero, a saga ficou muito longa para quem está começando. Esta é uma das questões comerciais que alterou na própria qualidade da história. Entretanto, acho que a decisão de facilitar para o público mais novo, no meu humilde ponto de vista, foi ruim.
      Se pegar qualquer outra grande franquia grande, estilo Star Wars, se o cara quer ser fã e descobrir como tudo aconteceu, ele terá que assistir à primeira trilogia, que é bem antiga e até mesmo “esteticamente precária” perto dos novos filmes. A Ubisoft, se tivesse um pouco mais de tato, teria conseguido uma ponte entre “reiniciar” a história sem estragar o que já havia construído.

  12. Olá,eu gostei mais do AC III,sabe quando você joga um game até o final e sente aquele gostinho de vitória e orgasmos nerds…pois é antigamente eu achava a saga do ezio melhor,mas é muito repetitivo,a sequencia brotherhood,revelations são encheção de linguiça e é curtinho os jogos…Assassins Creed III eu jogo ele no xbox 360 já dei fim umas 7 vezes e sinto um enorme carinho Pelo Connor,por sua origem humilde,foi em busca de vingança com os templários,charles lee,thomas hickey,charles lee o boss final.
    enfim ac3 nos da uma sensação de alegria,é o tipo de jogo que vc começa com Haytam e quando o Connor coloca o manto branco e parte pra Guerra fica mais emocionante ainda.
    meu preferido é o III.

  13. ACIII tem gráficos maravilhosos…especialmente na parte quando tem neve,eu gostei também da exploração que ele tem,vc pode caçar pra comprar armas melhores,fica upando em certas areas,vc esfola o veado,o melhor mundo aberto está em ACIII;
    Mas porque ACIII é o melhor? melhor gráfico,quase foi o jogo do ano,uma infinita possibilidades de coisar pra se fazer,Jogar com Haytham também é bom,com Connor melhor ainda…enfim um jogo muito forte e bruto mesmo,cenas muito realistas.

    • Olá, Gustavo.
      Eu tbm gosto muito de AC3, e é o meu predileto. Mas não consigo vê-lo como melhor. Em termos de história, apesar de ser uma boa narrativa, algumas soluções e reviravoltas firacaram “fáceis” demais e “diminuíram” o papel do protagonista. Ao final de tudo, a bravura do Connor ficou tão grande quanto sua inocência. A antítese de Haytham e Connor tinha tudo para ser maior e a própria angústia de Haytham, tão bem construída no livro, ficou bem rasa no jogo.
      Sobre o melhor gráfico, talvez você não visto AC Unity rodando, pois, sem dúvidas, é um dos jogos mais bonitos que já vi. Sem contar que o AC Unity é um dos mais verossímeis também. Tanto em relação à estética, quanto à jogabilidade. Se você tentar lutar contra mais de três guardas, é BASTANTE difícil, o que torna o jogo mais próximo da realidade.

  14. o meu preferido eo assasing`s creed unity.Eu o achei uma perfeita representaçao historica,com a revoluçao françesa, os graficos eu adorei e isso e uma das coisas que mais me interesao,eu acho o AS1 meio estranho, os graficos nao sao muito bons fora isso eu amei,o AC2 e otimo mas com isso vem a questao que leonarsdo da vince aparece como invertor da maquina voadora,sendoque nao foi isso na historia real,eu adoraria que tivesse isso nos outros assasing´s creed , o AS3 FOI MUITO BOM, mas o fato de uma india ter um filho com um branco nao tem nada ave porque nao ouve um lance entre eles,e o fato de representar pai querendo matar o filho sem mutivo logico e inracional,ja AS SYNDICATE eu achei meio inposivel no ponto de vista complexo,pois como um simples impresario pode conquistar o mundo?,ja AS blek flag e meio paranoico, so fala da mulher de eduarde e como ela largou ela,isso nao faz sentido guardar isso se na real,ele nao a ve mais e ele esta a procura de chaves templarias e ele pensa nisso inves de focar na missao,ja AS bhothenhof achei horrivel usar a imagem de jesus como alvo do assasino e matalo.

    • Bom, Vitor. Se a discussão vai ser pelo jogo “possível”, baseado na realidade, melhor parar de jogar Assassin’s Creed, pois TODOS OS JOGOS recorrem à ficção. É uma história de um povo antigo que deixou um legado ideológico e tecnológico para nós, humanos. TODOS os Assassin’s Creed são impossíveis, pois só se pautam na realidade e usam toda a liberdade criativa para invetar histórias impossíveis.
      Agora, se você é cristão e não gosta da representação de cristo, paciência. Você tem que se lembrar que nem todo mundo acredita em Cristo como deus. Para muitos, como um budista, por exemplo, Cristo foi uma ótima pessoa iluminada, mas não o filho de um deus único.

  15. Olá! Nunca tinha jogado a série e estou jogando o AC Unity. Estou gostando bastante… Tanto que já comprei o Black Flag, será que vou gostar dele também?

    • Olá, João Paulo. Apesar de serem dois ACs, são jogos bastante diferentes:
      – AC Unity é um jogo urbano e com exploração de ambientes, além das ótimas missões online.
      – ACIV Black Flag é um jogo de exploração marítima com piratas. Ele também um mapa gigante em terra firme, mas acho que a principal característica é conseguir navegar abertamente pelo mar.
      Ambos são bons jogos, mas acho o AC Unity mais maduro em termos de história, enquanto o Black Flag entrega uma diversão mais fácil de digerir.

  16. Joguei o Black Flag e a DLC Freedom Cry, ambos muito bons;a navegação com a tripulação cantando é sensacional, o mapa do Caribe também é muito bonito. Acabei de baixar o ACIII Ultimate Edition na PSstore, porque só comprei o PS3 em fevereiro de 2016,quando todos já tinham comprado o 4, porque o preço que se cobra no Brasil por consoles e jogos na época de lançamento é um roubo. Ano que vem, quando todos tiverem comprado o Pro e o 4 estiver bem mais barato aí eu compro! Rsrsrs
    Mas Assassins Creed é uma das melhores franquias da história, pela história incrível e gameplay inovador.

    • Concordo bastante Gabriel. O mercado de games está indo por um caminho bem desagradável. Hoje, tem edições de jogos de PS4 que custam 300, 400 reais. Eu acho um absurdo de caro. Não é nem questão de achar que o jogo não vale, mas é muito distante da realidade de muitas pessoas. Não vai demorar para o valor do jogo chegar a 50% do valor do console…
      E também acho, Assassin’s Creed é uma ótima franquia. Espero que a Ubisoft consiga colocá-la nos eixos de novo com o Assassin’s Creed Origins.

  17. Nossa mano o Altair era melhor nas habilidades e pq na época do Altair não tinha pistola e as laminas escondidas eram meio falhadas e por isso era meio difícil enfrentar os templários sendo q eles tinham armadura então na minha opinião o melhor assassino éo Altair e depois o Edward e claro pq o melhor jogo da franquia éo AC IV mais o q tem mais habilidades éo Altair o melhor assassino entre os outros

    • Olá, Caleb.
      Bom, eu entendi a sua resposta, mas a discussão do texto não é essa. Eu também acho que o melhor Assassino é o Altair por N motivos. Depois dele, acho que o Shay seria o personagem mais completo, já que ele soma as experiências da Irmandade e da Ordem.
      Agora, dizer que o Edward é o melhor assassino porque Black Flag é o melhor jogo… Cara, eu só posso discordar. Acho que é uma afirmação bem estranha e com base na experiência de jogo. Só vou discordar para não escrever textão.

  18. Ótima análise, o AC2 pra mim também é o melhor da franquia. Não há cena mais emblemática e marcante do que a abertura do jogo, onde Ezio faz uma corrida com seu irmão até o topo da igreja. Acho difícil produzirem ACs melhores do que a trilogia do Ezio, infelizmente os jogos atuais não me divertem tanto assim. Grande abraço.

  19. Fala, William.
    Cara, eu também sinto um pouco disso. Os jogos mais recentes não me trouxeram tanta emoção quanto a saga Ezio. No AC3, eu ainda fiquei emocionado (mas não mais do que em AC2). Outro título que tinha tudo para me arrancar lágrimas foi AC Unity, mas acho que a construção não me permitiu se emocionar mais.

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