BGS 2017 e as minhas primeiras impressões de Assassin’s Creed Origins

Como vocês devem saber eu fui convidada pela Ubisoft como Star Player diurante a BGS 2017 nos dias 11 e 12 de Outubro, representando a comunidade de Assassin’s Creed no Brasil, e nesse post, eu falo um pouco sobre a minha experiência e trago as minhas primeiras impressões do Assassin’s Creed Origins.

 

Primeiramente: O que é um Star Player?

Os Star Players são representantes das comunidades dos jogos, sejam eles Pro Players, criadores de conteúdo, artistas, ou jogadores que simplesmente se destancam dentro de alguma comunidade e contribuem com ela de alguma forma.

 

Quais foram as atividades na Brasil Game Show?

Os convidados participaram da feira tanto no dia fechado para a imprensa quanto no primeiro aberto ao público, tendo acesso com credenciais VIP. Lá, pudemos jogar as versões demo dos lançamentos da Ubi desse ano, e também cncontramos e conversamos com os desenvolvedores dos jogos. Como prometido, eu fiz e gravei a minha entrevista com o Bruno Guérin (diretor de conteúdo live em AC Origins).

 

Sobre o espaço:

O stand da Ubisoft nessa edição tinha uma parte totalmente dedicada à franquia Assassin’s Creed, no qual era possível realizar o nosso tão querido parkoir e/ou entrar pra testar a demo do AC Origins. Também havia uma exibição de várias cenas do filme de Assassin’s Creed, lançado ano passado, feita em parceria com o canal Tele Cine.

É interessante notar que, além da insignia característica da Irmandade dos Assassinos o stand também era decorado com hieróglifos e feito baseado na arquitetura dos palácios no Egito Antigo.
É interessante notar que, além da insignia característica da Irmandade dos Assassinos o stand também era decorado com hieróglifos e feito baseado na arquitetura dos palácios no Egito Antigo.

 

A demo de Assassin’s Creed Origins e minhas primeiras impressões:

Entrando no stand você encontrava 4 estações com o Xbox One X, nos quais era possível jogar a demo. Infelizmente, não era permitido capturar o gameplay diretamente, mas eles deixavam gravar com a câmera no que chamam de “por cima do ombro”.

Os comandos foram basicamente todos trocados. Um exemplo sendo a ação de correr, onde a velocidade é definida pela pressão que você aplica no analógico, diferente de antes quando era necessário pressionar um outro gatilho, e que agora, se pressionado faz com que o Bayek saque sua espada e entre em posição de combate.

Esse era um guia com os comandos do Xbox One que estava em todas as estações ali.
Esse era um guia com os comandos do Xbox One que estava em todas as estações ali.

 

Particularmente, eu acho que essa mudança foi para melhor, e que é apenas uma questão de se acostumar mesmo. É fácil notar que agora os controles estão bem mais suaves, intuitivos, e completos, e essa mudança seja devido às novas funções que o jogo agora apresenta.

Esse novo corredor do Animus é lindo e chega a lembrar um pouco o do Black Flag, (que inclusive foi a mesma equipe que trabalhou no Origins). As missões que estavam disponíveis na demo eram mais focadas na investigação.

Agora, como você utiliza a águia do Bayek, a Senu, como uma visão de águia literal pra localizar os inimigos, pra poder saber com quais objetos é possível interagir temos o “Animus pulse”, como o nome diz, ele basicamente manda um pulso, meio que scaneando a área e indentificando pontos de interação.

Nessa missão que joguei, o Bayek precisa descobrir quem envenenou o Touro Apis, que no Egito antigo era cultuado como um deus (nosso amigo Lucky Salamander inclusive apelidou de “deus da Picanha”, que é um meme lá do canal dele kkkkkk).
O Bayek, como vocês sabem é um Medjay, que é uma espécie de força especial, dedicada a proteger e ajudar o povo do Egito…. Tipo um sheriff, mais ou menos. Então essas missões fazem todo sentido considerando esse status dele no Egito, e talvez sejam bem frequentes.

Eu não pude gravar por muito tempo, gostaria de ter jogado mais e feito uma análise mais completa, porém foi o que deu pra fazer… Se eu não me engano os turnos eram de 10 a 15 minutos pra convidados VIPs e membros da imprensa, o que é bem pouco pra uma análise. Eu cheguei a jogar por volta de uns 3 ou 4 turnos (dei meus pulo lá)… Mas ainda assim, foi bem pouco pra uma análise então só estou falando as minhas primeiras impressões do jogo. Só pude finalizar essa missão e mais uma secundária.

Podem notar no vídeo que o Bayek estava sem o capuz, que é uma nova feature tão pedida pela galera nesses 10 anos de franquia, no menu é possível remover e colocar o capuz quando o jogador quiser. E é legal ver que os produtores ouvem a comunidade, outra mecânica pedida pelos fãs e que foi também adicionada é a de acariciar os gatos.

 

E aí? Gostei?

Eu acho que o que mais me chamou a atenção foi de fato o combate, que algo é um combate mais “real”, porque antes eram basicamente animações, nesse novo estilo mais voltado pro RPG as suas armas, a distância e o dano delas conta demais. Você se sente realmente em combate. Com golpes mais fortes, mais fracos, um modo que quando a barrinha carrega o Bayek entra em “rage”. Uma mudança e tanto.

No geral, só tenho comentários positivos a fazer sobre a demo. A única coisa que me preocupa é mesmo o tempo presente. Espero ser surpreendida positivamente nisso também, afinal, o que mais queremos hoje em dia é um tempo presente de qualidade.

 

Espero que vocês tenham gostado desses breves detalhes. Acompanhem a versão em vídeo com cenas do gameplay:

 

Qualquer dúvida sobre a demo, deixem aí nos comentários.
Vocês foram ao evento e jogaram?

About Isa Piva 17 Articles
23 anos, estudante na área de Design Gráfico. Apaixonada por música e games desde a infância e também por artes de um modo geral. Grande fã de Assassin's Creed, fascinada com a franquia e seu universo tão vasto e profundo, repleto de possibilidades.

2 Comments

  1. “A única coisa que me preocupa é mesmo o tempo presente”

    olha, essa é a parte que sempre me preocupa em qualquer AC, mesmo na era desmond. é algo que a ubi faz até bem nos quadrinhos/livros mas péssimo nos games.

    independente disso, tou positivo para a parte histórica do jogo e essa nova mecânica meio ‘witcher’ que parece ser o tom da coisa.

    • Eu sou contra abordar o tempo presente em outras mídias, afinal é a história principal e como tal DEVE estar NO JOGO.
      Mas vamos ver… Esperar pelo melhor.

      Obrigada por acompanhar! 😀

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