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O anúncio oficial de Assassin’s Creed Odyssey: Análise do teaser e algumas observações

Como vocês devem saber, nessa quinta-feira, 31 de maio, menos de duas semanas pra E3, um site francês vazou imagens dos materiais de merchandising de um, antes, suposto jogo “Assassin’s Creed: Odyssey”, nome que já tinha aparecido em rumores nos fóruns por aí. Então apareceu o jornalista Jason Scherier, do site Kotaku para “confirmar” os vazamentos como sendo de fato verdadeiros e referentes ao novo Assassin’s Creed.

“Como é tradição, o próximo Assassin’s Creed vazou via merchandising. É o AC Odyssey, ambientado na Grécia antiga, e eu ouvi dizer que ele tem opções de diálogo entre outras coisas.”

Considerando o histórico da Kotaku com fontes confiáveis, a esse ponto a comunidade já tinha dado como confirmado e foi aí que logo depois a Ubisoft veio e, literalmente, chutou o balde… Ou melhor, o soldado, liberando um teaser com AQUELA referência ao filme 300.

Vamos então fazer uma breve análise dos elementos perceptíveis no anúncio (lembrando que se trata de um teaser curto e promocional para a E3 2018 e que não necessariamente precisa representar 100% o que veremos no jogo, como já aconteceu em algunas ocasiões, em especial, no trailer de Assassin’s Creed Unity.

Logo de cara é possível observar um soldado de look Espartano, e podemos notar que ele porta um arco e também a aparente falta de um escudo, iten anteriormente presente no combate em Assassin’s Creed Origins e que também se adequaria para um guerreiro da Grécia Antiga.

Também podemos ver o pomo de uma aparente arma branca, talvez uma espada ou adaga, que se assemelha a uma serpente.

Devido a posição do personagem ao ângulo da luz, não é possível identificar a presença ou não de uma lâmina oculta, porém, na braçadeira direita é possível ver um símbolo, também não muito distinguível, que se assemelha bastante e pode ser uma adaptação da insignia da Irmandade, a qual sabemos, geralmente é adornada de acordo com o tempo histórico a qual certa cede da Irmandade pertence e sua cultura.

E falando a respeito da insiginia, muita gente reclamou do fato de, pela primeira vez, não termos o clássico formato semelhante ao crânio de águia, símbolo da Irmandade. Porém, é importante lembrar que, além do que eu citei acima sobre as adaptações, essa mudança, de certa forma, drástica, pode ter um conceito por trás, além do mais óbvio aos olhos: Se trata de um elmo espartano, envolto por um Lambda (maiúscula Λ, minúscula λ), em Grego λάμϐδα, décima primeira letra do alfabeto Grego e um sinal de reconhecimento Espartano, usado pelo exército. Na História de Esparta, podemos ler que os hoplitas apresentavam escudos decorados e que o Lambda era uma abreviatura de Lakedaimon (ou Lacedemónia) o nome de Esparte na época clássica. Resta apenas aguardar pra ver se é apenas uma questão de design ou se há um verdadeiro motivo para a escolha.

Ainda na tela final, ao fundo vemos linhas com padrões semelhantes aos utilizados em Assassin’s Creed: Origins, o que não faria sentido para um tempo histórico diferente e que, obviamente, requer uma identidade visual de acordo. Isso pode significar o uso da mesma versão do Animus, ou, além disso, talvez uma conexão entre os dois jogos (o que alguns fãs já especulam devido aos nomes “Origins” e “Odyssey”).

É difícil deduzir algo mais profundo tendo ainda tão pouco, quando somente o material do teaser foi oferecido pela Ubisoft, e nada mais. Mas é claro, já existem muitas especulações rolando soltas a respeito dos possíveis sistemas presentes no jogo, da época situada, e outras coisas. Pretendo (e espero) poder trazer um resumo desses rumores pra vocês antes da E3. Até lá, vamos aguardar…

 

Espero que tenham gostado dos detalhes. Vocês também observaram esses elementos, novices?
Se viram mais alguma coisa que eu não vi, deixem aí nos comentários. Postem também suas opiniões ou especulações.

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