Reformulação da franquia em Assassin’s Creed – Origins

Sistemas:

De acordo com Ismail, fazer um novo Assassin’s Creed que pegue toda a essência dos anteriores é quase impossível, porém, as normas da série tem que ser desafiadas, fazendo com que a equipe crie um sistema novo e moderno. O Origins consegue fazer isso, reestruturando o sistema de batalha, introduzindo uma pilhagem de armas e armaduras, além de fazer homenagens para a franquia.

Pela primeira vez, as batalhas não serão tão fáceis como os jogos anteriores e não será “leve” (sentido de ser parado. EX: Nos anteriores os inimigos batiam um de cada vez e de vez enquanto vinha 2 ou 3 bater juntos), isso fará com que Bayek/Jogador seja forçado a talvez sair de combate.

 

Mais de um personagem jogável:

Em 2015, Syndicate era lançado, com um sistema novo de poder controlar dois personagens quando você quisesse ou em algumas missões, agora o Origins terá também esse sistema, porém será em algumas memórias. O personagem no qual iremos controlar será a esposa do protagonista, Aya. O que foi dito é que ela irá idolatrar a Cleópatra e que ela nasceu em Alexandria, mas cresceu junto com o Bayek em Siwa.

Ismail diz: “É principalmente a história e jornada do Bayek, é essa a decisão que tomamos, porque era o que nós adquirimos quando construímos a narrativa e a jogabilidade. Essa é a experiência que queríamos criar”. Logo mais ele falou que teremos sim, mais personagens jogáveis, porém não anunciaram quem serão.

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O destaque em vermelho está a Aya, esposa de Bayek, já o destaque em verde está Cleópatra.

 

Missões secundárias: 

As missões secundárias serão mais “complexas” do que as anteriores. Um exemplo que a Game Informer dá é que um jogador da equipe foi perseguir um ladrão juvenil e acabou chegando até ele, porém, o jogador acabou defendendo o rapaz de um ataque de bandidos, o menino explicou que sua família foi vendida para serem escravos, então Bayek acaba descobrindo o local no qual estavam sendo mantidos, o player acaba soltando a irmã do jovem e nisso, a garota pede para o protagonista se encontrar com ela em outro local para expressar sua vingança sobre aqueles malfeitores.

Outro exemplo na gameplay é quando o Bayek acaba descobrindo um navio em chamas e no processo de investigação, o jogador da GI tinha que convencer um comerciante para falar o que havia acontecido com a sua mercadoria.

 

Modelagem e cultura:

A franquia Assassin’s Creed passou por vários “desleixos” em relação a veracidade de algumas culturas apresentadas na série, um exemplo é o primeiro game que uma parte da equipe Francesa tinham traços Britânicos, sendo que o jogo se passa no Oriente Médio. Com Origins, a equipe chegou perto do que as pessoas eram naquela época, Bayek foi modelado com um tom de pele e voz daquela região, porém, nada no jogo é precisamente correto.

Ismail explicou: “Sobre a parte mais Britânica, podemos dizer que foi o equilíbrio que fizemos quando temos um personagem Grego. Por exemplo, Cleópatra que tem um sotaque Britânico”. Ele explicou ainda que “tentamos manter o mais original possível, representando todas as diferentes culturas que existiam por lá. Gregos, Romanos e Egípcios…”

 

Assistam ao gameplay da IGN + entrevista em INGLÊS com o Ismail:

 

Fonte: Game Informer.

About Gabriel Lopes 5 Articles
24 anos, conhecedor de instrumentos musicais, colecionador de bonequinhos de ação e das cartas de capirotos. Desde 2007 jogando a franquia Assassin's Creed, desde essa época eu sempre fiquei ligado nas novidades da franquia e em 2014 eu tive a ideia de criar a Masyaf News e em 2017 fui chamado para participar do AC Blog Brasil. Outros jogos que eu amo: Shin Megami Tensei, Final Fantasy e Resident Evil.

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