Todos os (HQs) Quadrinhos de Assassin’s Creed

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As diferentes mídias de Assassin’s Creed abriram portas para duas coisas: (1) aumentar o universo da história da franquia: mostrar mais coisas que não foram apresentadas nos títulos ou consertar outras; (2) viajar mais na maionese e entregar coisas que alguém queria ver, mas que não seria bacana fazer nos games. E é por isso que vamos falar sobre os Quadrinhos de Assassin’s Creed.

Entre essas coisas está a polêmica história de Desmond Miles. Digo polêmica, pois, ainda que eu tenha gostado muito mais do arco em que um Assassino no tempo presente estava buscando algo, admito que, para os ambiciosos planos da Ubisoft de querer visitar o máximo de lugares possíveis no mundo e fazer dinheiro pra cacete, ficar “arrastando” a história de Desmond seria algo mais difícil e que poderia até “atrasar” a franquia.

Ao mesmo tempo, eu me pergunto, por que picas os caras não fizeram com os jogos o que estão fazendo nas porra tudo dos quadrinhos? Não sei a resposta. Afora o mangá, que eu, particularmente, não sou fã, os quadrinhos de Assassin’s Creed são muito bem feitos e têm todo o clima do jogo, além de histórias muito legais envolvendo todos os elementos da franquia.

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Shaun Hastings, Desmond Miles, Lucy Stillman, Rebecca Crane e Jonathan Hawk no 4º volume dos quadrinhos da Les Deux Royaumes – Assassin’s Creed Hawk

Eu não sei se você vai ler todos os volumes, mas, se o fizer, tente me entender quando digo que o universo criado no game foi seriamente ampliado pelo que está presente nessas HQs e, acho, poderiam ser devolvidos para os games, criando novas histórias fantásticas, tanto no passado, quanto no presente.

Bom, tem muita opinião pessoal aqui, então, melhor passarmos direto para as HQs. Espero que o texto abaixo te motive para que você leia todas os quadrinhos de Assassin’s Creed publicados.

Aqui, vamos falar de:

  1. Assassin’s Creed the Fall (A Queda)
  2. Assassin’s Creed the Chain (A Cadeia)
  3. Assassin’s Creed Subject Four (coletânea: A Queda + A Cadeia)
  4. Assassin’s Creed Brahman
  5. A trilogia de Isis
  6. O cetro de Aset (Ou “The Hawk Trilogy)
  7. Assassin’s Creed Conspirations – Com lançamento para 2016
  8. Assassin’s Creed IV Black Flag Kakusei (Awakening) – O mangá de Assassin’s Creed
  9. Assassin’s Creed webcomic
  10. Assassin’s Creed (2015) – A saga de Charlotte de la Cruz
  11. Templars – Série sobre os Templários
  12. Assassin’s Creed Last Descendants Locus – Com lançamento para 2016
  13. Assassin’s Creed FCBD 2016 – the Chair e Great Wall
  14. Assassin’s Creed Uprising
  15. Assassin’s Creed Reflections
  16. Assassin’s Creed – Edição Especial de Colecionador

Então, vamos conhecer todas as histórias em quadrinhos de Assassin’s Creed.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – Publicações da Ubiworkshop

Quadrinhos-Assassins-Creed-ubiworkshop-logoEste não é o mais honesto dos títulos, visto que os quatro quadrinhos lançados pela Ubiworkshop, na verdade, começaram a ser editados pela Wildstorm, para só depois, no segundo volume, ser considerado como uma publicação do estúdio Canadense. Outro adendo importante é que as publicações dos quadrinhos de Assassin’s Creed feitas na França parecem sair todas elas pela Les Deux Royaumes.

No Brasil, a salada é muito pior. Isso porque os primeiros quadrinhos foram trazidos pela Panini Comics, mas logo depois os direitos de publicação passaram para a Astral Comics e, atualmente, em 2016, ninguém sabe ao certo o que vai acontecer.

Como eu já disse, há informações acerca de possíveis publicações futuras dos quadrinhos de Assassin’s Creed no Brasil, mas ninguém confirma nada, ninguém sabe de nada. Óbvio que teremos alguma editora interessada, já que os jogos vendem igual água, os livros seguem o mesmo caminho e, provavelmente, o filme só aumentará a atenção para a franquia.

Ainda assim, esses quadrinhos da Ubiworkshop são as edições lançadas entre 2010 e 2012 (2014, no Brasil). Atualmente, as novas histórias em quadrinhos de Assassin’s Creed são publicadas lá fora pela Titan Comics. Então, nós, fãs, torcemos para que todos os quadrinhos de Assassin’s Creed sejam publicados por apenas uma editora aqui no Brasil, o que ajudaria muito para conseguir tais edições, e também, provavelmente, ajudaria ambas as empresas, no caso a Ubisoft e a possível editora brasileira.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – The fall

Quadrinhos-Assassins-Creed-The-Fall-A-queda-XXPublicado internacionalmente pela Wildstorm e Ubiworkshop (2010)
Publicado no Brasil pela Panini Comics (2012), posteriormente, pela Editora Astral.

Lançado em 2010, Assassin’s Creed the Fall (A queda) conta a história de dois personagens em tempos diferentes, interligados pelo sangue da família. Nikolai Orelov é um Assassino, em algum lugar no tempo entre século XIX e XX, na Rússia Czarista, em busca de um artefato místico, enquanto, Daniel Cross, no tempo presente, tem seu conturbado drama narrado: entre delírios e ilusões, conhecemos sua entrada na irmandade dos Assassinos e também a sua trajetória, que altera totalmente a balança da briga entre Assassinos e Templários.

Originalmente, os quadrinhos foram lançados em três edições, para, somente depois, com a conclusão da saga, termos um volume único disponível.

Assassin’s Creed the fall não é a primeira história em quadrinhos de Assassin’s Creed, mas, cronologicamente, é o primeiro deles que você precisa ler. Isso porque The fall, ou, Assassin’s Creed – A queda, na tradução oficial brasileira, conta a história de Daniel Cross (sim, aquele) e o seu desfecho dos quadrinhos desemboca exatamente onde conhecemos Desmond Miles (seja no jogo Assassin’s Creed”, ou nas HQs, que, no caso, seria a Assassin’s Creed #1 – Desmond).

De novo, se você gosta da historia de Desmond e de tudo aquilo que acontece fora do Animus, os quadrinhos de Assassin’s Creed são obrigatórios. Ainda que haja muitas cenas no passado (e o Assassino Nikolai é bastante carismático), por causa do foco na situação atual da Irmandade dos Assassinos e da Ordem dos Templários, os HQs ficam para quem é fã mesmo.

Para comprar a edição original de Assassin’s Creed – The Fall Deluxe Edition, você pode procurar na Amazon.com, já que, na Ubiworkshop, não se encontra mais. Se quiser a versão nacional, é o seguinte, a primeira edição saiu por aqui pela Panini, mas, sei lá por qual motivo (suspeito que seja por vendagem, pois, junte a Panini e a Ubisoft do Brasil, duas sem-noção buscando lucros absurdos, e elas devem ter colocado metas altíssimas num mercado que respira por aparelhos… Bom, minha teoria). No entanto, hoje, você consegue a edição impressa por um preço “camarada” através das publicações da Editora Astral. Entretanto, o melhor caminho para encontrar ainda são os sebos ou o Mercado Livre.

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Nikolai Orelov – Assassin’s Creed Chronicles: Russia

[Atualização em junho de 2016]

Não é possível encontrar mais as edições dos quadrinhos de Assassin’s Creed pela Editora Astral, tampouco pela Panini Comics. É MUITO provável que a Ubisoft esteja reunindo todas as suas publicações em apenas uma editora no Brasil. Com o sucesso da franquia, tantos nos jogos, quanto nos livros, mais o filme vindouro, é bem possível que novas edições especiais surjam através de um novo selo brasileiro – talvez, até, disponível na vindoura loja da Ubiworkshop Nacional, com estreia programada para Julho de 2016.

[Fim da atualização]

Também existe a HQ digital na iTunes. E isso, apesar de ser uma iniciativa muito legal (e, confesso, eu li, pela primeira vez, todas as HQs no iPad), confesso que ainda não comprei. Acho que foi pura “preguiça” mesmo. Vou deixar o link da versão digital para vocês, que contém um “extra” (que provavelmente é o mesmo da Edição de Luxo). E também vou fazer uma nota mental (nota: comprar a versão digital de Assassin’s Creed the fall na iTunes).

Para quem quer economizar e não faz questão de ter os três volumes separados, tem uma edição de colecionador com UMA PORRA de um stamp dizendo “3 HQs por apenas R$45,00”, da mesma editora. Só, tipo… Alguém ligue lá na editora e avise que não se coloca selo em Edições de Colecionador… Ou que Edições de Colecionador NÃO SÃO para você economizar… Deveria se chamar, “pacote econômico”, “Edição Especial” ou até “Almanacão de Férias Assassin’s Creed”, mas não isso…

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – The chain

Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-The-Chain-011Publicada internacionalmente pela Ubiworkshop (2012)
Publicada no Brasil pela Astral Comics (2014)

Assassin’s Creed The Chain, ou, como foi adaptado para o português, Assassin’s Creed – A cadeia, continua a saga de Nikolai Orelov e Daniel Cross, agora, revelando o verdadeiro propósito de Cross, e as delicadas alianças e mentiras por trás disso.

Aqui, Nikolai Orelov já fugiu da irmandade dos Assassinos junto com seu filho, Kenya, e enfrenta os resultados dessa escolha, enquanto, ao mesmo tempo, Daniel Cross recebe os esclarecimentos sobre o maior ato de sua vida, que mudou o peso da balança na briga entre Assassinos e Templários.

Sinceramente, acho difícil falar de Assassin’s Creed A cadeia sem spoiler. O principal acontecimento moderno da Irmandade dos Assassinos, acontece em “A queda” e é posteriormente explicado neste HQ. Quem jogou a saga de Desmond, de Assassin’s Creed até Assassin’s Creed III, sabe muito bem quem é Daniel Cross e qual seu feito para com (ou contra) os Assassinos. Mas, independente disso, o lado da HQ mostra quão difícil e conturbada foi a jornada do personagem, mostrando que, mais do que um simples executor de ordens, Daniel Cross viveu um drama pessoal carregado e, para o leitor, fica uma empática sensação de dúvida e estranhamento.

Ao mesmo tempo, enquanto a história mostra as consequências da escolha de um velho Nikolai Orelov, apresenta também o crescimento de um novo personagem que se mostra muito forte, Innokenti Nikolaevich Orelov, ou simplesmente, Kenya. O personagem é ninguém menos do que o avô de Daniel Cross e esta interligação apresentada nas HQs é divertida e interessante para os fãs.

E assim como as todas as outras HQs, se você quer comprar, só procurar nas varejistas grandes como Amazon, já que os links antes disponíveis, da Ubiworkshop, na loja oficial da Ubisoft, e da Editora Astral, aqui no Brasil, não constam mais as HQs no catálogo.

(Anteriormente, era muito fácil encontrar em qualquer loja varejista por aí, estilo Livraria Cultura, Submarino, Saraiva, Fnac…, mas, atualmente, ficou muito mais fácil encontrar em sites como o Mercado Livre, Elo7 ou Enjoei).

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – Subject Four

Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-Subject-4Lançado pela Ubiworkshop e pela Les Deux Royaumes (2012)

Assassin’s Creed Subject Four é, na verdade, “apenas” um compilado dos dois quadrinhos anteriores, Assassin’s Creed – the fall e Assassin’s Creed – the chain impressos em um volume único.

Eu não mencionei isso nos anteriores por puro capricho, mas, para quem é fã de quadrinhos, é importante saber que, Assassin’s Creed the fall e Assassin’s Creed the chain são feitas por Cameron Stewart e Karl Kerschl. Stewart é um premiado desenhista que já fez trabalhos para Marvel, DC e Dark Horse, tendo ótimas obras passadas por Mulher Gato e Batman e Robin. Kerschl, por sua vez, é mais conhecido pelos seus trabalhos na DC Comics, como a passagem por Superman, Flash e Jovens Titãs.

Se por acaso você quer comprar, fica a dica de novo, Ubiworkshop (não, eles não estão me dando nenhum centavo por esta propaganda gratuita. E eu acho que eles deveriam dar pelo menos os produtos para eu mostrar para vocês – juro que eu doaria depois, para alguma causa maior).

E se por algum motivo você não ficou convencido em ler essas HQs, fica aqui meu incentivo final. Nikolai Orelov é o personagem principal do terceiro jogo da trilogia de Assassin’s Creed Chronicles. Isso significa que, se você ler os quadrinhos, vai (re)significar não somente a história de Desmond e a situação atual da irmandade dos Assassinos, como também vai poder apreciar melhor Assassin’s Creed Chronicles Russia.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – Brahman

Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-Brahman-00Lançado pela internacionalmente pela Ubiworkshop/Les Deux Royaumes (2013)

Sinceramente, Assassin’s Creed Brahman foi um dos quadrinhos que mais gostei de ler. Não somente por ter mudado, novamente, o ambiente (digo “novamente”, pois, se você leu os quadrinhos lançados anteriormente, vai saber que cada edição, ou tema, mostra a rusga entre Assassinos e Templários em diferentes épocas e lugares: seja na Rússia do século XIX com Nicolai Orlav, seja em 1300 e alguma coisa, com El Cakr), mas por mostrar detalhes que já conhecemos nos jogos, mas por outro aspecto.

Logo no começo dos quadrinhos, vemos o personagem (Jot) descrever com a maior euforia como funciona o Animus. Esse tipo de coisa EU ACHO MUITO FODA! Para quem é fã de Assassin’s Creed, esses detalhes fazem toda a diferença, pois ampliam o sentimento que você, fã, tem para com um elemento do jogo, caso você já goste, ou, na outra via, desperta tua curiosidade para algo que ainda não tinha dado atenção.

Mas, falando da HQ e do Assassino em ação nela, é aqui conhecemos Arbaaz Mir, um Assassino esperto, talentoso e charmoso, que está em ação na Índia do século XIX. Enquanto conhecemos a trajetória de Arbaaz atrás dos artefatos da Primeira Civilização, seguimos também Jot Soora e sua noiva, Monima Das. Ela é a descendente de Arbaaz Mir, além de uma personagem pra lá de carismática. O destino dos dois estão interligados e descobrimos isso na trajetória da história de Arbaaz, mas, no tempo presente, também conferimos muita ação, além de nos depararmos com um Assassino moderno (Jasdip Dhami) com um dos visuais mais legais que já (estou torcendo para termos Assassinos modernos nos jogos vindouros de Assassin’s Creed).

Além disso, Arbaaz Mir é pai de ninguém mais, ninguém menos que Henry Green. Sim, o personagem secundário de Assassin’s Creed Syndicate. Para quem ainda não jogou (ou leu o livro), o nome verdadeiro de Henry Green é Jayadeep Mir e papel dele em Londres é extremamente importante (e o futuro dele na franquia, também).

Eu gostei MUITO de ambos os personagens (Jayadeep e Arbaaz).

Ainda sobre Brahman, fica aqui também o meu registro para com a FABULOSA arte de Karl Kerschl e Cameron Stewart que está simplesmente a melhor de qualquer um dos quadrinhos de Assassin’s Creed (em “A queda” e “A cadeia”, eles já fizerem um ótimo trabalho, mas, particularmente, acho que arrebentaram em Brahman). Sem contar que, Arbaaz, em algumas passagens é exatamente o Príncipe da Pérsia, assim como o clima de aventura em algumas partes, mas isso vou deixar para falar mais na seção sobre Assassinos…

Para comprar Assassin’s Creed Brahman lá fora, Amazon.com. Agora, Assassin’s Creed Brâman, no Brasil, esqueça. Parece que a Editora Astral não detém mais os direitos para a publicação dos quadrinhos de Assassin’s Creed. E como eu disse em algum lugar aí em cima, no texto, temos que aguardar se a Ubisoft terá uma nova negociação com possíveis editoras que traria todos os quadrinhos de Assassin’s Creed, das diferentes editoras lá de fora.

E, por fim, caso você não esteja convencido em ler Assassin’s Creed Brahman, saiba que Arbaaz Mir é o personagem que estrela o segundo jogo da trilogia de Assassin’s Creed Chronicles. Sim, rapá. Assassin’s Creed Chronicles tem Arbaaz como personagem principal e, saber o que acontece com ele nas HQs pode mudar totalmente a sua interpretação do jogo. Vá por mim, leia!

Imagens de Arbaaz Mir em Assassin’s Creed Chronicles India e Jayadeep Mir (Henry Green):

E aqui, pai e filho: Arbaaz Mir em Assassin’s Creed Chronicles India e Jayadeep Mir, ou simplesmente Henry Green, em Assassin’s Creed Syndicate. Lembrando que Henry Green também estrela o livro Assassin’s Creed Submundo (Underworld, no original em inglês), que você saber mais no artigo com Todos os livros de Assassin’s Creed.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – Les Deux Royaumes

Para quem ainda não conhece, a Les Deux Royaumes é a editora de quadrinhos da própria Ubisoft. Como o nome obviamente sugere, trata-se de uma editora de quadrinhos francesa. Ela foi fundada em 2009 e seu nome significa em português “Os dois reinos” (será que surgiu de “The Two Thrones”, hein? Hein?).

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Atualmente, a empresa conta com duas séries de quadrinhos relacionadas a Assassin’s Creed. A primeira delas é uma dupla de trilogias relacionadas à deusa Ísis. Sendo que essas seis edições, apesar de estarem interligadas entre si, contam dois momentos de uma mesma narrativa.

E, já em 2016, há listado a mais nova produção da editora, que se trata de Assassin’s Creed Conspirations, que eu já falei aqui no blog e, claro, você encontrará mais detalhes aí embaixo. Se, por acaso, você não sabe do que eu estou falando, saiba que esta última publicação tratará de nada menos do que a saga de Assassin’s Creed ambientada na Segunda Guerra Mundial.

Essas publicações, no entanto, são as que saíram pelo mundo estampando o logo da editora Les Deux Royaumes, entretanto, parece que todos os quadrinhos de Assassin’s Creed que são publicados na França são sob o selo da editora francesa.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – The Ankh of Isis Trilogy e The Scepter of the Aset

A trilogia do Ankh de Isis é composta pelas HQs nomeadas sequencialmente como Assassin’s Creed #1 – Desmond; Assassin’s Creed #2 – Aquilus; e, por fim, Assassin’s Creed Accipiter. E que são sequenciadas pela segunda trilogia, “o cetro de Aset”. Elas foram produzidas pela Les Deux Rouyames em uma parceria com a Ubisoft, as duas trilogias fazem parte de uma história já dita como não-canônica, mas que, no meu ponto de vista, deveria fazer parte da história oficial.

Independente disso, a história se passa desde o começo do primeiro Assassin’s Creed e vai caminhando, contando, óbvio, sobre os Assassinos versus os Templários, em busca dos artefatos da Primeira Civilização, passando por períodos históricos e localidades diversas, ampliando o universo apresentado nos games.

Quem quiser comprar, vou deixar um link único aqui, para todas elas, de uma só vez. Não é difícil achar. Quem quiser encontrar as HQs para ler online, ou fazer download. Eu, sinceramente, recomendo que você compre os volumes impressos. A responsável pela versão nacional é a Editora Record. Eu conversei com um representante deles e me foi explicado que a ausência do terceiro volume da trilogia (Accipiter) aconteceu por diversos problemas (segundo ele, as HQs são feitas na Índia. Eu não confirmei esta informação). Além da demora para o terceiro volume, que já está confirmado, também questionei sobre a versão impressa do volume único da trilogia. Que é esta cap que eu coloquei aí em cima. Além de poder ser mais econômico, a edição viria com material extra e capa dura. Sobre tal volume, o contato não soube me falar se a Record o faria no Brasil.

As duas trilogias possuem edições especiais contendo os três capítulos em apenas um volume. A primeira traz o nome original: A trilogia do Ankh de Isis, enquanto a segunda trilogia, que foi lançada como “o cetro de Aset”, a brochura foi lançada “The Hawk Trilogy”, que seria algo como “A trilogia de Hawk”, caso o nome do personagem principal seja mencionado no nome, ou, simplesmente, pode ser que traduzam tudo mesmo “A trilogia do falcão”, o que seria péssimo.

Então, vamos falar sobre cada uma delas…

Assassin’s Creed #1 – Desmond

Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-Desmond-01No primeiro número da trilogia, acompanhamos Desmond Miles e Lucy Stillman, vivendo o primeiro encontro deles, mostrando detalhes interessantes da chegada de Miles à Abstergo. Para quem jogou o primeiro Assassin’s Creed (de 2007), este quadrinho pode ser nostálgico e, ao mesmo tempo, revelador: primeiro, por rememorar exatamente as cenas iniciais de Desmond em Assassin’s Creed, como da desconhecimento da máquina Animus, os diálogos calorosos com o doutor Warren Vidic, a sensação de estranheza claustrofóbica dos laboratórios da empresa e, claro, as memórias de Desmond revivendo Altair (este também é um ponto alto da HQ, reproduzir a ação do jogo em movimentos e ritmo). Segundo, ele pode ser considerado revelador, pois descobrimos detalhes de como Desmond foi parar dentro da Abstergo, como conseguiu escapar e as decisões dos executivos da Abstergo acerca de Desmond Miles. São detalhes que parecem bobos aqui no meu relato, mas, se você é fã da série, a leitura é obrigatória. Se curte o arco da história de Desmond, pare este texto e vá ler as HQs.

Assassin’s Creed #2 – Aquilus

Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-Aquilus-01O segundo volume da trilogia segue o caminho dos jogos e continua exatamente onde o número um parou. Até contemplamos a presença de Ezio Auditore, o Assassino principal de Assassin’s Creed II (na verdade, no final do primeiro volume), mas, como o nome da HQ diz, aqui, nós vamos conhecer o Assassino Aquilus (que, também, na verdade, foi introduzido no primeiro volume da trilogia).

Aquilus, filho de Lucius, arriscou sua vida numa missão para conseguir um objeto misterioso. Seu sucesso custa a tranquilidade de sua casa e Aquilus se vê em uma intriga de poder e traição. Tudo isso é revivido por ninguém menos que Desmond, no tempo presente. Aqui temos a oportunidade de saber um pouquinho mais da infância dele, além de presenciamos sua evolução em técnicas assassinas, graças às sessões no Animus, assim como o estreitamento da relação dele com Lucy Stillman.

Assassin’s Creed #3 – Accipiter

Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-Accipiter-01(Não) Concluindo a trilogia do Ankh, o terceira volume mostra mais da interligação entre as histórias dos três Assassinos, dando uma ótima sensação de estarmos jogando os Assassin’s Creed mesmo. É algo como, a cada novo quadrinho, um novo Assassino, uma nova perspectiva, mas tudo dentro da mesma história. Quando (re)conhecemos Accipiter, somos apresentados, também, a Jonathan Hawk, um Assassino contemporâneo de Desmond Miles. A ambientação no presente mostra os Assassinos, agindo para reunir as relíquias da primeira civilização, enquanto, visitamos o passado revivendo Accipiter, contemporâneo e o primo de Aquilus.

Como mencionei anteriormente, é aqui que o leitor percebe que não se trata de “trilogia” porcaria nenhuma. Talvez o hiato de lançamento entre um volume e outro tenha “dado a impressão” de que os quadrinhos seriam apenas um “extra” do que havia acontecido na vida de Desmond, entre os jogos da linha principal (Assassin’s Creed, Assassin’s Creed II, Assassin’s Creed Brotherhood, Assassin’s Creed Revelations e Assassin’s Creed III), mas, pelo contrário, a série de quadrinhos começa a mostrar mais informações e a história ganha força para ser sustentada uma série. E é o que vem acontecendo até o momento, pois, depois do número 3, Accipiter, vamos diretamente para o próximo número, saber mais sobre outro Assassino e continuarmos na busca pelo entendimento das relíquias.

Assassin’s Creed #4 – Hawk

Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-Hawk-01Homônimo ao personagem Assassino em evidência, o quarto volume da série traz a saga de Desmond tomando rumos ainda maiores do mostrado nos jogos. Aqui, a introdução de El Cakr, o Assassino em ação no antigo Egito, está atrás de mais uma das relíquias do povos ancestrais. Desta vez, os Assassinos do tempo presente estão atrás do destino do Cetro de Aset, utilizado pelo povo egípcio, lá pelos anos de 1300.

Além de Jonathan Hawk, Assassino apresentado no volume anterior, conhecemos também Stella Crow, descendente dos Lugos (na boa, leia o quadrinho que será mais compreensível) e uma Assassina do tempo atual. Esse elenco enrique MUITO a história de Desmond (que passa a ser não só de Desmond, saca?) e, para quem é fã do personagem, e das ações da Irmandade s no tempo presente, vale muito a pena. Sem contar que o visual de El Cakr, o egípcio, é MUITO animal. A Ubisoft tinha que lançar um Chronicles com ele, ahhh, se tinha…

Claro que, como já parecia até tarde demais, os Templários voltam a ganhar mais atenção à história, com novos personagens e mais rixa entre os personagens principais. E a história, na minha opinião, ganha “pernas próprias” para desenvolver sua história, paralela ao que acontece nos jogos principais (aliás, sobre isso, tenho várias coisas para falar sobre, mas também vai ficar para outro post…

Assassin’s Creed #5 – El Cakr

Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-El-Cakr-01Continuando a saga, o volume cinco das HQs, El Cakr, mostra os passos do Assassinos egípcio apresentando no volume anterior, Numa Al’Khamsin, ou, mais conhecido como El Cakr. Ainda, no tempo presente, a história mostra o assassino Jonathan Hawk em ação e não vemos Desmond ou qualquer Assassino da sua equipe que, da última vez, estavam em Monteriggioni. El Cakr continua em busca do Cetro de Aset, acompanhado de seu fiel parceiro Ali Al-Ghrabe,  e somos apresentados a Leila, a assassina do An Näsir Muhammed (e que terá seu nome estampado no volume seis das HQs), enquanto, no presente, descobrimos que Hest e Hawk possuem uma história em comum.

Pelo lado dos templários, tomamos conhecimento do Subject 19 e somos apresentados às grandes capacidades dele (o que, pode ser, tenha resultado no Helix, que conhecemos em Assassin’s Creed Unity e começa em Assassin’s Creed Brahman – teoria minha).

A história de El Cakr permanece aberta e ruma à relação dele com Leila, quando eles se encontram e começam a conversar.

Assassin’s Creed #6 – Leila

Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-Leila-01O último volume da (segunda) trilogia tem o desfecho da jornada de El Cakr, no passado, e também a conclusão da história de Hawk, ambientada no tempo presente. Como grande parte das respostas para as perguntas abertas durante a saga são reveladas aqui, é um pouco difícil comentar a história desses quadrinhos em dar spoiler, então não vou falar muito deste volume, pois estragaria bastante a história.

Só vou dizer que a personagem Leila, que tem o nome da edição, realmente tem um papel importante no desfecho e que ficamos sabendo um pouco mais do background de Hawk. Como eu mencionei anteriormente, eu acho uma pena esses quadrinhos não fazerem parte da história canônica de Assassin’s Creed, visto que muitos elementos são bem bacanas – afora a questão do Subject 19, que, eu acho, poderia aumentar muito mais a história, mas para um lado ruim, estilo o filme Matrix Reloaded, que é legal, mas cagou tudo.

É importante ressaltar, no entanto, que essas duas trilogias foram consideradas histórias não-canônicas com relação ao enredo mostrado nos outros produtos de Assassin’s Creed. Sendo assim, mesmo que os elementos “viajados” pareçam desconexos, a HQ poderia continuar seguindo essa linha, testando novidades para a saga através da história paralela.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – Conspirations

Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-Conspirations-Les-Deux-royaumes-01Ainda em junho de 2016, em um ano em que a Ubisoft afirmou ser ‘isento’ de um novo Assassin’s Creed, mais um um título relacionado à franquia apareceu na Internet, trata-se de Assassin’s Creed Conspirations, uma nova série de Assassin’s Creed a ser lançada em dois volumes pela francesa Les Deux Royaumes.

A notícia, obviamente, foi recebida com espanto, não apenas por se tratar da editora que vinha estado quieta desde o último volume das trilogias não canônicas sobre Isis (que eu acabei de falar aí em cima). Só que o alvoroço foi ainda maior pelo período histórico retratado. Assassin’s Creed Conspirations é o nome do primeiro volume e já informa que teremos um novo personagem Assassino apresentado, tendo como plano de fundo a Segunda Guerra Mundial.

Cara!

Assim, não tem como levar tal informação numa boa. Assassin’s Creed na Segunda Guerra Mundial é algo que TODO fã já imaginou. Principalmente depois de ter uma bela pitada disso em Assassin’s Creed Unity, quando jogamos com Arno na Belle Époque.

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Lydia Frye

Depois disso, tivemos outra pitada de Assassin’s Creed na Primeira Guerra Mundial, com a sequência estrelada por ninguém menos do que a lindíssima Lydia Frye, neta de Jacob Frye.

O lançamento de Assassin’s Creed Conspirations está datado para Outubro de 2016, pelo menos na França. Não há qualquer menção de lançamento desta HQ ao redor do mundo e, não precisa nem dizer que o Brasil ainda está tentando publicar oficialmente o volume número três da primeira trilogia da editora…

Independente disso, Assassin’s Creed Conspirations tem roteiro de Guillaume Dorison e arte de Jean-Baptiste Hostache. Assim que tivermos mais novidades sobre, postaremos aqui, claro.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – Titan Comics

Quadrinhos-Assassins-Creed-titan-comics-logoMesmo com muitos produtos lançados em diferentes mídias, Assassin’s Creed demorou quase dez anos para ter uma série mensal de quadrinhos. Passando por diferentes editoras lá fora, os quadrinhos de Assassin’s Creed chegaram à Titan Comics. As publicações, atualmente, só aumentam e a série já conta com pelo menos três séries periódicas, sem qualquer data de término para todas elas.

Sobre cada uma dessas histórias em quadrinhos de Assassin’s Creed, confesso, eu tenho opinião formada mesmo antes dos arcos de enredo se concluírem. Isso porque, antes mesmo de checarmos a qualidade da história, esses quadrinhos de Assassin’s Creed possuem algumas características que, somente por isso, já merecem destaque. Primeiro pelo uso de uma mídia periódica, o que pode significar: ou a Ubisoft possui uma longa história a ser desenvolvida e se garante produzindo inúmeros volumes de quadrinhos para contá-la; ou a Ubisoft está confiante que consegue ir criando uma história bacana ao longo do tempo, mesmo sem saber exatamente como isso vai acontecer (assim como novelas televisivas: vai criando e o final vai sendo criado de acordo com a reação do público).

As outras características, sinceramente, vou deixar para cada uma das séries abaixo:

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – Charlotte de La Cruz (Mensal)

A primeiríssima série de quadrinhos de Assassin’s Creed que recebe o status de periódico, essa série recebe o nome da franquia, simplesmente, Assassin’s Creed. Além da periodicidade, entre suas características está a presença de uma nova personagem principal estrelando o tempo presente.

Somente esse fato poderia gerar uma postagem inteira. Isso porque a franquia de Assassin’s Creed tem uma relação um tanto complicada com seus protagonistas no tempo presente. Vamos tentar elucidar a questão:

Os primeiros jogos de Assassin’s Creed contavam com duas excelentes histórias paralelas: sempre uma no passado, revisitando um período histórico e uma trama no presente, que interligava tudo, dando ligadura ao enredo. Sendo assim, Assassin’s Creed se tratava da história de Desmond Miles, relembrando inúmeras coisas sobre seus antepassados, enquanto tomava um rumo na sua vida no tempo presente. Isso durou cinco jogos: de Assassin’s Creed (2007) a Assassin’s Creed III. Depois, como quase todo mundo já sabe, o tempo presente se tornou um mero detalhe para a franquia, decaindo muito em termos de qualidade.

Nos quadrinhos, acredita-se que o rumo tenha sido o mesmo apenas pelo propósito de se livrar, exatamente, de algo que “prendesse” a saga ao tempo presente, já que os quadrinhos da Les Deux Royaymes, editora da própria Ubisoft, estavam fazendo bonito, mas tiraram o mesmo Desmond de jogada de uma maneira brusca, infantil e irresponsável para com os fãs.

Anos depois, em 2015, surge a série de Assassin’s Creed apresentando Charlotte de La Cruz, uma personagem principal no tempo presente, revivendo seus antepassados enquanto descobre a trama da Irmandade dos Assassinos no tempo presente. Com muito carisma, mas bem menos motivação do que Desmond, a Ubisoft traz de volta uma personagem protagonista no tempo presente, como se tivesse se arrependido do que fez e, ao mesmo tempo, testando o feito em uma mídia mais alternativa do que seu carro chefe, nos games.

E a série é boa?

Sim, é boa. O enredo está bem legal, a arte é muito boa e, até agora, está funcionando. A presença de personagens fortes da franquia como Galina Voronina, por exemplo, e também a interligação com a história principal dos jogos faz com que os fãs acompanhem e fiquem de olho no que estão acontecendo – principalmente em um ano em que não houve lançamento de um novo Assassin’s Creed.

Charlotte de La Cruz é uma funcionário de banco que se dá muito bem nos jogos via Helix, mas que passa sua vinda tentando uma promoção na carreira, enquanto se angustia com as diferenças sociais no mundo. Logo no primeiro volume da série ela já se vê envolvida com a Irmandade dos Assassinos e a Ordem dos Templários e sua história vai se desenvolvendo. Até o momento, Charlotte já nos apresentou três antepassados: Tom Stoddard, presente no tribunal das bruxas de Salém, Elsie, uma assassina haitiana em busca de um livro para a Irmandade e, por enquanto, Quila, uma chasqui em plena conquista do Império Inca pela Espanha.

Para quem nunca viu nada sobre as histórias em quadrinhos de Assassin’s Creed que contam a história de Charlotte de La Cruz, segue um trailer feito pela própria Titan Comics:

E somente para concluir, sobre esta série, parece que os quadrinhos estão segurando alguma coisa, como se estivessem esperando o resultado do filme para decidir qual caminho realmente vão tomar.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – Templars – an Assassin’s Creed Series

Templars é uma das séries de quadrinhos que mais gosto, mesmo ainda estando muito jovem e tendo mostrado pouquíssima coisa. Vou tentar elucidar o porquê disso.

Primeiro: a iniciativa da Ubisoft de mostrar o outro lado da moeda é algo que torna a franquia ainda mais rica. Ainda que esses tons de cinza estejam presentes em muitos capítulos da série, a evidência do papel dos Templários mostra que a Ubisoft pode transformar Assassin’s Creed em algo maior.

Quero dizer que, em alguns títulos, Assassin’s Creed acertou em mostrar que a Irmandade de seus personagens principais Assassinos não é feita de heróis (definitivamente, eles não são) e, ao mesmo tempo, que a Ordem dos Templários não é composta por vilões. O que acontece é a apresentação de dois grupos com ideias diferentes sobre o mesmo objetivo.

Em Assassin’s Creed (2007), Assassin’s Creed III, Assassin’s Creed Black Flag, e em Assassin’s Creed Unity, temos uma boa amostragem dessa dualidade em como definir a trajetória da humanidade. O primeiro jogo é um BANHO de dúvidas (no bom sentido) com relação ao papel da Irmandade versus a Ordem. Exatamente por isso, arrisco dizer que o primeiro jogo é o que tem a melhor história de todas, pois as questões são tão palpáveis que o jogador mais atento termina o game sem saber exatamente quem é quem.

Mais para frente, Assassin’s Creed III coloca o jogador no papel de um Templário durante boa parte do jogo, enquanto Assassin’s Creed Black Flag evidencia a traição de um Assassino para se tornar Templário e, em Assassin’s Creed Unity, a tentativa de romance proibido entre Assassino e Templária e uma própria envolvida entre famílias dos dois grupos (como a de Assassin’s Creed III).

Mas é em Assassin’s Creed Rogue que o ápice da representação Templária chega à saga, já que controlamos um Assassino que desiste da crença da Irmandade para seguir a Ordem.

E onde Templars entra nisso? Bom, não preciso nem dizer. Este é o PRIMEIRO título de Assassin’s Creed que arrisca um novo nome estampando os arqui-inimigos dos Assassinos. A escolha da Ubisoft em trazer quadrinhos com este título dá um fôlego novo, mostrando que ainda há “um lado diferente” para ser apresentado aos fãs da saga.

Segundo, o nome. Sim, o nome Templars mostra algo que, comercialmente, é importante. Veja: o nome ‘Assassin’s Creed’ não é lá tão amigável assim. “Assassino” é uma palavra forte, pesada, dura e carregada de elementos ruins. Ainda que a Ubisoft tentasse (ainda bem que não o fizeram) fazer dos Assassinos uma coisa de heróis, o nome NUNCA ajudaria.

Exemplo prático: imagine uma criança de sete a dez anos pedindo para os pais um brinquedo do Assassino. Pois é. Pouquíssimos pais vão querer esse tipo de influência para seus pequenos. Seria como a Blizzard tentar fazer uma série animada de Diablo para o público infantil. Não dá.

Quer dizer, pode dar, de outro jeito. E e aí que Templars faz o primeiro teste. Anunciada como “uma série de Assassin’s Creed”, é o nome “Templars” que estampa os quadrinhos e começa a mostrar novos produtos derivados da franquia. Se amanhã ou depois o nome estiver forte o suficiente para andar com as próprias pernas, daí, sim, talvez, seja possível conquistar novos horizontes com a saga.

Terceiro e último, para não ficar imenso, mas não menos importante: Templars traz a história de um personagem principal Templário FODA! Durante toda a saga de Assassin’s Creed, conhecemos personagens Templários que sabíamos que ele era fodão, mas tivemos tão pouco deles que simplesmente ficaram naquilo: Robert de Sablé, por exemplo, é um dos melhores personagens que vi em toda a saga e mesmo assim, seu aproveitamento foi tão pouco que até dá pena. A família Bórgia, essa sim, deve sua vida representada com muito brilho na saga de Assassin’s Creed, mas, infelizmente, eles, definitivamente, possuem papel de vilões, até porque o foram na vida real.

Nas HQs de Templars, vamos conhecer Black Cross, o agente Templário responsável por manter outros agentes Templários na linha, seguindo os verdadeiros preceitos da Ordem. Obviamente, a história dele ainda está no começo, mas o pouco que foi apresentando é realmente muito empolgante, já que Black Cross é mais do que um personagem, mas sim um título que representa essa necessidade de manter os agentes da Ordem ‘na ordem’.

A Titan Comics produziu um trailer sobre a série que é bem bacaninha:

Assim que a Ubisoft lançar mais edições de Templars, teremos conteúdo para montar um post especialmente sobre o assunto e, claro, sobre Black Cross.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – Last Descendants – Locus

Quadrinhos-Assassins-Creed-Last-Descendants-Locus-03A ser lançado pela Les Deux Royaumes (2016)

Uma série que ainda está apenas no âmbito do anúncio, Assassin’s Creed Last Descendants Locus tem previsão de lançamento para Setembro de 2016. A história se passa na mesma Londres vitoriana apresentada no jogo Assassin’s Creed Syndicate, trazendo como protagonistas o casal Assassino Evie Frye e Henry Green.

Os personagens estarão sob o ponto de vista de Tommy Greyling, um jovem britânico da mesma época e que é um antepassado de outro personagem que nos foi apresentado apenas de nome Sean.

Até aí, tudo certo. A questão é que, mesmo sem ser lançada, a série já causa confusão na cabeça dos fãs de Assassin’s Creed. Entenda o motivo.

Como mencionado anteriormente, a Ubisoft testou, pela primeira vez, com a série Templars, um nova maneira de falar de Assassin’s Creed com um novo nome. Ok. Bacana. Deu certo. Pouco tempo depois, foi feito o anúncio de uma nova série de livros de Assassin’s Creed, que traria romances voltados para o público infanto-juvenil. O nome desta série? Last Descendants.

Não apenas pelo público-alvo, Last Descendants foi anunciada como um novo universo paralelo ao que acontece na timeline principal dos jogos e outras mídias de Assassin’s Creed. Na teoria, tudo o que fosse apresentado nesses romances poderia ser considerado como um universo alternativo, não interferindo em toda a história canônica.

Até aí, ótimo. Agora, Assassin’s Creed poderia ter viagens espaciais e lobisomens que nem todo mundo ia se irritar. A fuga da criação de uma nova franquia dentro da franquia poderia ser um ótimo laboratório para o que há de principal na série. Os romances infanto-juvenis de Assassin’s Creed Last Descendants já trazia esse ar mesmo em suas sinopses, já que os personagens principais fazem parte de um grupo adolescente envolvido entre a Irmandade e a Ordem.

‘Tá, e aí? E aí que, quando foi anunciada uma série de quadrinhos com o nome de um universo que seria paralelo, entretanto, os personagens da HQ estão presentes na história canônica do último jogo (triplo A) lançado. Evie e Henry possuem toda sua base na história que vem sendo construída desde de 2007 e, seguindo o anúncio de Last Descendants, o romance infanto-juvenil, os adolescentes presentes seria de OUTRA história. Detalhe, o personagem principal no presente, nos quadrinhos de Assassin’s Creed Last Descendants Locus, é o adolescente Sean.

O que eu acho: sinceramente, alguém se confundiu na hora de montar a sinopse e os romances de Last Descendants serão tão canônicos quanto qualquer outra material. Ou, ainda, a Ubisoft vai testar e, se a galera gostar, ‘tá ok, é canônico. Caso contrário, se os fãs torcerem o nariz ou simplesmente for mal de vendas, é só voltar atrás e dizer que eles já tinham avisado que tudo aquilo não fazia parte da história oficial da saga.

No mais, temos que esperar para ver.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – FCBD 2016 – the Chair e Great Wall

Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-Titan-Comics-Covers-FCBD-01Trata-se de uma edição especial de quadrinhos que foi lançada exclusivamente para o Free Comic Book Day de 2016, que aconteceu em Maio deste ano e, claro, somente nos países civilizados (de Língua Inglesa). Assassin’s Creed FCBD 2016 conta duas histórias inéditas de Assassin’s Creed: ambas relacionadas com as duas séries de quadrinhos Assassin’s Creed publicadas pela Titan Comics.

A primeira história é the Chair, trazendo a personagem principal da série Assassin’s Creed (2015), Charlotte de La Cruz. The chair intercala entre o Haiti, no ano de 1791 e o período presente, na México City de 2016. Aqui, Charlotte relembra sua antepassada Elsie, presenciando uma execução e com a missão de recuperação de um livro importante para Irmandade dos Assassinos.

Enquanto isso, Great Wall se passa em 1927, quando Black Cross, o temível agente Templário, está em uma província da China, prestes a executar seu papel de garantir que outros agentes Templários se mantenha na linha com relação aos objetivos da Ordem. A história traz o envolvimento com soldados russos à tona e, neste ínterim, interliga o enredo com histórias de outros Assassin’s Creed.

Dois detalhes muito legais dessas duas histórias e a referência a dois personagens interessantes da história (tanto da História humana, vamos dizer assim, quanto da história da franquia Assassin’s Creed). O primeiro deles é William Wallace, figura importante da história da Escócia, mencionado na primeira história, the Chair, enquanto, o segundo personagem mencionado é Nikolai Orelov, com referência na também segunda história, Great Wall.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – Assassin’s Creed Uprising

quadrinhos-assassins-creed-assassins-creed-uprising-phoenix-project-hq04Uma nova linha de histórias em quadrinhos de Assassin’s Creed que foca no tempo presente da franquia. Assassin’s Creed Uprising, antes mesmo de surgir, já colecionou vários nomes provisórios até sua confirmação de lançamento. Antes, tratava-se de Assassin’s Creed Apogee (Apogeu) e, pouco tempo depois, ela já havia sido renomeada para Assassin’s Creed Defiance (Desafio).

A melhor definição de Assassin’s Creed Uprising é dizer que ela é o resultado da junção das duas publicações periódicas de Assassin’s Creed, ambas lançadas pela Titan Comics: Assassin’s Creed (aquela, com Charlotte de la Cruz como protagonista e que é mencionada simplesmente como “Assassins” e a, segunda, também excelente, Templars). Essa referência como “junção” se dá pelos personagens dessas duas HQs aparecerem juntos em Assassin’s Creed Uprising. Esses personagens são os já visíveis em algumas capas variantes como a própria Charlotte de la Cruz, Galina Voronina e também Black Cross.

Outros personagens também ganham destaque na trama como Otso Berg, o doutor Gramática, Kiyoshi Takakura e Arend Schut (é possível que o próprio casal Cunningham tenha destaque), fazendo com que o leitor tenha que estar mais atento ao que acontece não apenas nos quadrinhos de Assassin’s Creed, mas também nos games e fontes de informação diversas como Assassin’s Creed Initiates.

quadrinhos-assassins-creed-assassins-creed-uprising-phoenix-project-hq01Outra característica importante de Assassin’s Creed Uprising é a polêmica resolução da saga do Projeto Fênix (Phoenix Project), que começou a ganhar evidência em Assassin’s Creed Unity, mas que deve seu pontapé inicial em Assassin’s Creed IV Black Flag, com o sábio (Sage) John Standish. Ainda que o projeto tenha nascido de Rosalind Franklin, lá no início da própria Abstergo, o este arco do tempo presente começou logo após o desfecho do que podemos chamar de arco Subject 17, ou, simplesmente, Desmond Miles.

A resolução é polêmica pois, quando promete resolver as questões abertas nos jogos através de outra mídia, é possível interpretar que a Ubisoft não queira mais utilizar tais histórias em seus jogos, sendo muito fácil concluir que a aceitação não foi tão boa, seja pela qualidade da história, seja pelas vendas de seus títulos. Sendo assim, a história do tempo presente de Assassin’s Creed, que começa em Assassin’s Creed IV Black Flag, ganha mais potencial em Assassin’s Creed Unity e desemboca em Assassin’s Creed Syndicate, agora será resolvida em Assassin’s Creed Uprising.

Se quiser ler um pouco mais sobre o assunto, há uma postagem específica sobre este Assassin’s Creed Uprising quando o quadrinho foi anunciado.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – Assassin’s Creed Reflections

quadrinhos-assassins-creed-reflecions-10-anos-02Ainda no finzinho de 2016, a Ubisoft confirmou mais um lançamento de Assassin’s Creed para o ano seguinte. Desta vez, o anúncio teve uma “grandiosidade” maior, pois, pela primeira vez, a menção da comemoração dos dez anos de aniversário de Assassin’s Creed surgiu, trata-se de Assassin’s Creed Reflections.

Segundo a própria descrição do release, as palavras são estas:

“Para marcar os gloriosos 10 anos de Assassin’s Creed, a Titan Comics está reunindo os personagens mais queridos da franquia para uma série comemorativa como nenhuma outra! Prepare-se para quatro novas aventuras estreladas pelos assassinos favoritos dos fãs, como Edward Kenway e Altaïr, juntamente com o famoso saltador de telhados da época, Ezio Auditore da Firenze!”

Quais serão as histórias, não sabemos. O que parece é que a primeira edição destaca o Assassino italiano Ezio Auditore. Todas as variações de capa o trazem como destaque e, somando isso à descrição acima, é bem provável que Assassin’s Creed Reflections traga momentos icônicos dos jogos e nos mostre através dos desenhos e profundidade das narrativas de HQs. Ao que parece, pelo menos por enquanto, serão quatro edições. Se for só isso mesmo, resta saber se a Ubisoft vai comemorar a sua principal saga através de Assassin’s Creed Reflections escolhendo apenas alguns personagens ícones, ou se todos os personagens principais vão aparecer.

Logo na descoberta desses quadrinhos, eu fiz uma postagem sobre Assassin’s Creed Reflections, com todas as capas e algumas outras informações.

E eu não resisto, eu tenho que colocar esta capa aqui, de novo, pois, na minha opinião, é a melhor capa de Assassin’s Creed que eu já vi, ao mesmo tempo em que é um dos melhores desenhos do Ezio.

quadrinhos-assassins-creed-reflecions-10-anos-01

Linda, né?

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – mangá, webcomic e mais

Mesmo com a amplitude das mídias de Assassin’s Creed, é possível dizer que a franquia até tem uma porta aberta para produções mais ‘ousadas’, entretanto, o número de produções licenciadas que se encaixa nessa categoria não é algo tão grande. Falando especificamente de quadrinhos, ainda que haja muita exploração da franquia Assassin’s Creed, não são tantos os produtos conhecidos que extrapolam o “convencional” da saga.

Claro, não estamos falando de um quadrinhos sobre Assassin’s Creed no Espaço ou com Dinossauros, mas, em uma mídia tão comum para testar abordagens novas, é estranho como há poucas coisas a respeito. E, sobre novas histórias experimentais de Assassin’s Creed em quadrinhos, eu quero dizer, pelo menos, essas três abaixo: um mangá, uma webcomic cartunesca e uma brochura presente em uma edição especial.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – Kakusei (Awakening) – o mangá

Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-Kakusei-Awakening-00Um amigo meu uma vez me perguntou se Assassin’s Creed “bombava” de sucesso no Japão. Eu respondi de maneira vaga, mas acho que respondi bem. Quando ele me perguntou, eu disse apenas: “Cara, é o Japão”. E, os anos de amizade se trataram de fazer o entendimento ser claro. Isso porque, num país onde as pessoas gostam de Pokemon e colecionam calcinhas usadas, tipo… Entendeu, né?

Enfim, Assassin’s Creed é uma excelente franquia eu funciona em diferentes países. E, comecei o texto assim somente para falar de Assassin’s Creed 4 Black Flag Kakusei, ou, também conhecido como Assassin’s Creed Awakening.

Bom, eu gosto de mangás. Não li o tanto suficiente para criar minhas próprias regras e ranking de melhores, mas, com o que tenho na lista de lidos, vou deixar Rurouni Kenshin como o melhor que já vi entre as classes de “entretenimento” e “conteúdo”. Independente disso, Assassin’s Creed Kakusei/Awakening conta a história apresentada em Assassin’s Creed IV Black Flag, mas, claro, de um ponto de vista mais ‘japonês’… Em algumas coisas, achei até legal, por exemplo, a criação de um personagem que “se lembra” de Edward Kenway (sim, porque, sumir com o Desmond pode até ser uma desculpa cabível dentro dos planos da Ubisoft, mas colocar o personagem “do Animus” como um primeira pessoa que nem tem fala… Na boa, isso é grotesco), mas, ao mesmo tempo, eu não sou o melhor cara para gostar de coisas “oficiais” distorcidas…

E digo isso, pois, Awakening é legal: o clima de pirataria é muito bem passado, logo nos primeiros quadrinhos do mangá. Ao mesmo tempo, a história não é a mesma do game. A maneira como Edward encontra Duncan Walpole, por exemplo, é diferente e o já “Capitão Kenway”, me pareceu mais jovial que o pirata do game (talvez se pareça, sim, com o pirata do começo do jogo). O que eu acho plausível por um lado, mas, ao mesmo tempo, fico meio “nhé” com isso (coisa de fã purista).

Assassin’s Creed Kakusei/Awakening também traz a história do personagem que está “se lembrando” de Edward Kenway. Como no jogo, que qualquer um pode vivenciar e “bisbilhotar” a memória alheia, no caso temos Yanao Seijin, um jovem colegial, deixado por seus pais para testar o Animus e outras coisas.

Bem, a única certeza que eu tenho sobre Assassin’s Creed Kakusei/Awakening é que daria UM BELO DE UM ANIME. Afora, isso, deixo o mangá para vocês tirarem suas conclusões. Se quiserem uma dica: se você é um fã retardado de Assassin’s Creed, talvez seja obrigação saber TUDO sobre a franquia. Se você só gosta dos jogos, e de vez em nunca quer ver algo legal sobre, deixe os mangás de lado. Se você gosta de mangás e gosta de Assassin’s Creed, bom… Melhor lê-los. E, se quiser lê-los agora, aqui vai o link de onde eu li Assassin’s Creed Kakusei (in english, mate).

Se quiser comprar, só lá fora, óbvio.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – webcomic

Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-Penny-Arcade-Altair-00Uma breve história em quadrinhos de Assassin’s Creed trazendo o seu primeiro personagem protagonista, Altaïr Ibn-La’Ahad em uma incursão pela cidade de Acre, buscando sua vítima. A história é contada sob o ponto de vista do Assassino e, enquanto acompanhamos a situação, temos o apoio de um texto que apresenta um diálogo entre Altaïr e seu mestre Al Mualim.

A história possui um belo visual cartunesco e foi produzida pelo site Penny Arcade, famoso pelas adaptações de jogos para os quadrinhos publicados online. E apesar de muito bem feita, a notícia ruim é que ficou só nisso mesmo. Apenas uma história e nunca mais.

Mesmo curta e com este visual cartoon, a história é muito boa e retrata fielmente alguns elementos importantes que fazem parte do jogo. Mais do que isso, o clima apresentado no enredo traz muito do que acontece no game debutante da franquia. Quem jogou Assassin’s Creed (2007), vai se sentir em casa ainda que em pouquíssimas páginas.

Confira abaixo a história completa.

Se preferir, pode conferir a história online no site original da Penny Arcade.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed – Special Edition

Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-Comic-Book-Special-Edition-00-CapaEste é um quadrinho muito difícil de se encontrar. Isso porque a HQ foi lançada junto à Edição Especial de Assassin’s Creed para PC, junto a uma capa de metal e um DVD Bônus. Não precisa nem dizer que isso é item de colecionador e, claro, muito difícil de se achar no Brasil.

Eu já li a HQ e vou disponibilizá-las para vocês aqui, mas, apesar de ser um material oficial com roteiro aprovado pela santíssima trindade de Assassin’s Creed, Patrice Desilets, Jade Raymond e Corey May (se você não os conhece, recomendo a leitura do texto de como surgiu a franquia Assassin’s Creed), a história é bem genérica e serve apenas como uma introdução aos personagens principais da franquia, principalmente para quem nunca ouviu falar da saga e ter uma ideia do que se trata.

A HQ também é super curta, mas conta com uma arte muito bacana. Infelizmente, o material é difícil de se achar e, também, a Ubisoft não repetiu tal prática para seus outros títulos da franquia, o que renderia um material excelente por sinal – ela até fez a mesma coisa, mas noutra mídia, no caso, vídeos.

Abaixo, a imagem da edição especial e, ao fim, algumas páginas da HQ com o link para download.

Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-Comic-Book-Special-Edition-01 (2)

Caso não queria fazer o download da HQ, seguem abaixo algumas fotos.


E aí, o que achou? Gostou da postagem? Deu para saber um pouco mais sobre Assassin’s Creed ou pelo menos alguma coisa sobre as HQs? Bom, a ideia foi mostrar que as histórias em quadrinhos de Assassin’s Creed podem ter um material legal, que pode ser aproveitado tanto pelos fãs retardados da série (tipo este que vos fala), como também para o jogador mais casual, mas que gosta de quadrinhos. Claro que, se o cara não gosta de quadrinhos, tipo vá-de-retro, ‘tá meio perdido aqui, mas, tudo bem.

E eu li algumas publicações no Issuu.com. É só buscar Assassin’s Creed no site e achar o stack de sua preferência. Se você, por algum motivo, não quiser comprar, ‘taí uma alternativa…

Independente disso, se faltou alguma coisa aqui, pode ser porque eu ainda não a conheça, como pode ser algo lançado após a postagem e ainda não atualizei. Mesmo assim, ficarei agradecido caso me avise de algo. Para isso temos os comentários, aí embaixo. E, caso ainda não tenha visto os outros textos sobre Assassin’s Creed, sobre os livros, sobre tudo um pouco, como a saga surgiu e outras muitas novidades.

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19 Comments

  1. Opa! Demorei pra ler kkkkkkkkkk, postagem muito boa mesmo, só não encontrei o link da ultima HQ que você mencionou que ia colocar kkkkkkk, eu tou cego só pode! 😀 Valeu pelas informações!

  2. Adorei o blog, achei todas as informações que eu queria e não achava em lugar nenhum e mais um monte bem interessante. Ótimo blog, parabéns!

    • Oi, Alice. Fico feliz que tenha gostado do blog. Obrigado.
      Tem mais alguma coisa que você está procurando e não acha? Ou algo que queria ver por aqui?

        • Oi, Alice.
          Qual versão você quer exatamente? Eu tenho a versão que a Astral Comics lançou como “de Colecionador”, mas não é nada mais do que as edições de A Queda e a Corrente juntas (e com o Brahman de brinde).

  3. Em pleno domingo de tempo nublado no RJ, descobri o blog sobre Assassin’s Creed, fiquei fascinado pelo conteúdo do assunto, como fã dos livros pois sou um péssimo jogador de games adorei os esclarecimentos e narrativas sobre o assunto e me lembrei que tinha o hq Assassin’s Creed nº 1 Desmond, infelizmente por motivos financeiros não pude comprar os restantes, mas estou na esperança de conseguir mais numeros, espero que blog que continue e nos trazer mais noticias sobre Assassin’s Creed

  4. Olá, eu estou a começar as HQ’s, e queria uma ajuda com a sequência/ordem cronológica delas, não deu pra ler muito por que estou ocupado, se puder resumir ficaria melhor, agradeço.

    • Oi, Caio. Tem sim, mas não de todos. Tem quadrinhos que ainda não saiu e, outros, se quiser, só importado. Tem bastante gente me pedindo os links, por isso, eu estou me programando para atualizar a postagem com opções de compra. Daí fica mais fácil. Mas, se quiser algum para agora, me fala aí qual deles e eu te respondo com os links. 😉

        • Oi, Caio. Eu tenho, sim.
          Vou criar uma postagem com os links para os quadrinhos, assim como fiz para os livros, já que não temos nem a opção de comprá-los em português…
          Vou tentar correr para fazer a postagem ainda este mês, mas já te adianto que não tem todos, pois se trata de uma publicação periódica, então está sempre saindo uma edição nova….

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