Tudo sobre Assassin’s Creed – Jogos, Livros, Games, Spin-offs, Roupas…

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Assassin’s Creed é um nome comumente visto nas diferentes áreas de entretenimento. Nascida nos games, hoje, a principal franquia da francesa Ubisoft está presente nos quadrinhos, livros, cinema, action figures e outros muitos produtos licenciados. Mas, ainda que o nome seja visto com frequência, nem todo mundo sabe do que se trata.

Tudo-sobre-Assassins-Creed-logo-franquiaNesta página, elenquei informações básicas e essenciais sobre a franquia Assassin’s Creed, tentando, sempre, não entregar as surpresas. Sinceramente, tem bastante conteúdo, então, para te ajudar, coloquei, aqui nesta lista, tudo o que você vai encontrar na página. Se quiser ir direto para um assunto específico, só procurar no link da lista.

Como todo dia tem uma novidade sobre Assassin’s Creed (e eu não estou brincando, por isso, mantenho meu videocast semanal no AC Drops, falando sobre as principais notícias de Assassin’s Creed na semana), não estranhe se houver alguma coisa faltando. A ideia é manter a página sempre atualizada, mas vocês sabem como é o tempo nosso de cada dia. Enfim, vamos ao que interessa:

Tudo sobre Assassin’s Creed: o que você encontra neste texto

  1. Introdução sobre Assassin’s Creed: o plot e o nascimento da franquia
  2. Os jogos principais da série
  3. Os livros de Assassin’s Creed
  4. Os quadrinhos de Assassin’s Creed (HQs)
  5. Outros jogos de Assassin’s Creed
  6. Filmes, animações, trailers, músicas e outras mídias
  7. Um breve panorama sobre o que existe de Assassin’s Creed no mercado
  8. Loja de produtos oficiais
  9. Sobre os programas: AC Drops e Triplo A

Tudo sobre Assassin’s Creed: o enredo e uma introdução

Afinal, sobre o que é Assassin’s Creed?

Imagine que você é um pacato barman em uma cidade agitada dos EUA. Após uma noite de trabalho você acorda em uma empresa toda tecnológica e vê um doutor e uma assistente, enquanto permanece em uma maca e acredita que estava sonhando que lutava na época da Terceira Cruzada,  entretanto o sonho era tão lúcido que parecia real.

Você cogitaria ter bebido demais, mesmo o seu trabalhado sendo fazer os outros ficarem assim. Mas você está levemente deslocado, como qualquer um que acorda de um sonho muito real. E só volta realmente a si quando o doutor interage com você e explica que tudo aquilo que estava “sonhando”, na verdade, era um amontoado de memórias de seus antepassados, que estavam sendo revividas através da máquina onde você está deitado.

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Desmond Miles, o personagem principal relembrando o passado dentro da Abstergo.

Isso já é um bom começo de filme, certo? Mas, melhora. Seu antepassado, dono das memórias que você revive, é um perito Assassino membro da histórica irmandade dos Hashashins, em plena Terceira Cruzada, no século XII e tem como missão recuperar uma relíquia, além de eliminar algumas pessoas presentes na lista de seu mestre.

Admita, você já se simpatizou com o enredo e ficou no mínimo curioso. Pois então… É assim que começa Assassin’s Creed. Só que isso é realmente só o começo. No decorrer da história, você descobre que há muita intriga entre Assassinos, Templários e os reis da famosa Cruzada dos Reis. E, ainda, quando você não está dentro de uma máquina revivendo as memórias do seu antepassado, existe outra intriga acontecendo com você, como barman.

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Altair, o Assassino na Terceira Cruzada.

Assassin’s Creed é uma série com muita informação, intrigas e mistérios. A storyline utilizando a própria história da humanidade como pano de fundo já traz curiosidades interessantes como, por exemplo, boa parte das vítimas assassinadas nos jogos realmente existiu e a causa da morte permanece um mistério. Diversos fatos históricos, como o resultado da terceira Cruzada, foram direcionados por causa das ações dos Assassinos, ou de seus arqui-inimigos, os Templários.

Entretanto, se quiser ter um panorama geral sobre o assunto, aqui vai uma breve introdução para cada conteúdo que escrevi. Se você não quer se aprofundar taaaanto assim em Assassin’s Creed, esta página vai servir como um apanhado geral, sobre todos os diferentes tópicos listados.

O nascimento da franquia Assassin’s Creed

Quando Assassin’s Creed surgiu em 2007, lançado para a recém-chegada geração de consoles, PlayStation 3 e Xbox 360, o sucesso foi quase imediato. Diferentes razões levaram o título a isso:

  • herança de um título forte da mesma produtora (Prince of Persia);
  • exploração de mundo aberto temática, já bem pavimentado por GTA;
  • temática conhecida, mas exibida por uma nova ótica;
  • background realista, com base na história da humanidade;
  • uma excelente história de ficção-científica;
  • excelente trabalho de captura de movimentos;
  • entre outros.

E esta lista de elementos é um apanhado superficial do que saltava aos olhos no novo título da Ubisoft. E em 2007, só para você se contextualizar, o PlayStation 3 tinha apenas um aninho de vida, a Apple estava lançando o iPhone e o prefeito de São Paulo era Gilberto Kassab – sim, WTF?.

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Altair encontra Ricardo Coração de Leão e outros personagens históricos no jogo.

A recepção de Assassin’s Creed foi muito boa. O jogo trazia diferentes elementos inéditos e reinventava o gênero, implementando conceitos e estilos que se alastrariam por todo o mundo dos games. E além de mecânicas e sistemas de jogo, a profundidade histórica, com muitas pesquisas e esmero para se fazer um jogo o máximo ambientado nas cidades do passado, estava presente no visual, nas músicas, nos efeitos sonoros e no contexto, criando uma excelente ambientação.

O primeiro Assassin’s Creed agradou: ótima história, belos gráficos, sistema de jogo inovador. Mas foi em 2009, com o lançamento de Assassin’s Creed II, que a Ubisoft decretou: está é “A franquia”.

A construção da franquia

Entre as muitas curiosidades da série está a própria origem do jogo. Uns dizem que Assassin’s Creed surgiu somente como um teste para o que seria um novo jogo da Ubisoft a ser lançado para PS3 e Xbox 360, na época, representantes da “nova geração”; outros afirmam que esses testes eram somente para a Ubisoft lancar um novo Prince of Persia. A verdade verdadeira não é bem essa, mas está quase perto.

Da mesma maneira, você vai ouvir por aí que esta tchuca aqui é a criadora do jogo.

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Jade Raymond

 

Também não é por aí. Esta é Jade Raymond, uma das mentes responsáveis pelo sucesso da franquia Assassin’s Creed (e uma tchuca muito competente). Apesar da grande participação, a franquia não foi uma criação dela. Não exclusivamente… Isso porque o pai da criança é Patrice Desilets.

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Patrice Desilets

 

Esse bróder aí, com cara de baixista de banda indie, é a mente responsável por Assassin’s Creed, ou pelo menos pelo primeiro arco da história da franquia. Ele foi o diretor criativo e, enquanto ele estava no comando, a história de Assassin’s Creed se manteve num nível excelente.

Mas não podemos dar todos os créditos a ele, claro. Outra mente também foi muito importante. E estamos falando de Corey May, o roteirista de Assassin’s Creed (do primeiro ao terceiro, e ajudou em Assassin’s Creed Brotherhood e Assassin’s Creed Revelations).

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Corey May

 

Esses três, juntos a uma monstruosa equipe de profissionais, foram os principais responsáveis pelo sucesso da franquia. Atualmente, eles não estão mais na Ubisoft, cada um segue sua vida por aí, ainda trabalhando na área de entretenimento e tudo mais, mas isso é outra história. Além disso, a saída deles foi amargamente percebida pelos fãs, mas isso também é outra história.

Claro que, daqui para frente, o único dono da franquia Assassin’s Creed é somente a própria Ubisoft, mas, tudo teve um começo e você poderá saber mais sobre isso na página sobre A origem de Assassin’s Creed: Prince of Persia Assassins.

Prince of Persia Assassin – um legado para Assassin’s Creed

Assassin’s Creed nasceu grande, isso é um fato. Mas, tal grandeza não foi somente conquistada. Assassin’s Creed herdou a essência e o público órfão de outra franquia da mesma Ubisoft. Antes de termos o mundo dos games encantado com a briga entre Assassinos e Templários, a Ubisoft estava direcionando uma das suas franquias mais famosas para um rumo diferente: estamos falando de Príncipe da Pérsia.

Quando ainda produziam a trilogia do tempo, que revitalizou a franquia Prince of Persia lá em 2003, o sucesso e o formato do jogo se alastrou pelo mundo dos games, conquistando fãs e ditando tendência nos jogos de aventura, mas o que nem todo mundo sabe é que o direcionamento desta franquia se tornou grande demais e a Ubisoft resolveu dar maior atenção ao projeto.

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Arte conceitual de Prince of Persia Assassin

Segundo Philippe Bergeron, Design Director da Ubisoft Montreal, quando a franquia Prince of Persia, recém-revitalizada, preparava sua sequência, Prince of Persia: the Two Thrones, lançado em 2005, as muitas ideias pertencentes àquela franquia começaram a se tornar “grandes demais” para o que eles haviam planejado no começo. Os detalhamentos das pesquisas históricas feitas para o plano de fundo relacionados à Terceira Cruzada fizeram com que a empresa guardasse o projeto para outra coisa (isso é visível na própria franquia de Prince of Persia que, de repente, perdeu o tom e virou algo diferente do que havia sido feito no começo).

Hoje, é fácil visualizar as semelhanças entre os dois jogos. Na mecânica, no tom, na plástica do jogo. E, com essas fotos, fica ainda muito mais fácil de ver um jogo no outro. Entretanto, como o assunto dá muito pano para a manga, se você quiser ver mais fotos e vídeos sobre Prince of Persia Assassin, sugiro que acesse o texto “Prince of Persia Assassin e a construção da franquia”, onde falo mais abertamente e disponibilizo mais materiais sobre, como fotos do desenvolvimento, artes conceituais, vídeo, trilha sonora, entre outros.

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Prince of Persia Assassin – Imagens da versão inicial

 

Tudo sobre Assassin’s Creed: os principais jogos da série

Como Assassin’s Creed se tornou uma franquia com muitos produtos derivados, eu dedico esta parte a falar somente dos jogos principais da saga (aqueles que foram lançados apenas para os consoles e PCs, e também classificados como AAA). Não se preocupe se você ainda não jogou nenhum dos jogos (ou apenas um deles), tudo o que eu vou listar aqui são informações básicas, quase como um apanhado de informações que você encontra na própria capa do jogo – com um toque de opinião pessoal, admito.

Assassin’s Creed – Ficção científica + As Cruzadas

Tudo-sobre-Assassins-Creed-Home-Assassins-Creed-1O primeiro jogo da saga conta duas histórias paralelas: uma se passando no tempo presente, em 2012, quando Desmond Miles, um pacato barman, é sequestrado por uma empresa grandiosa chamada Indústrias Abstergo. O sequestro é motivado pelo que está na memória de Desmond, já que ele descende de uma linhagem de antigos Assassinos que possuem um segredo poderoso acerca de um artefato chamado Maçã do Éden. Graças a muita pesquisa, dinheiro e tecnologia, as Indústrias Abstergo possuem um maquinário chamado Animus, que permite ao usuário reviver memórias de seus antepassados, que ficam registradas no DNA humano.

Isso nos leva à segunda história que nos é contada. Quando Desmond entra no Animus ele revive seu antepassado Altair Ibn-La’Ahad, um mestre assassino membro da Ordem dos Assassinos (Hashashins) da época da Terceira Cruzada (a famosa Cruzada dos Reis). Nesta época, seguimos a trajetória deste Assassino que tem como missão recuperar um artefato desejado pela sua ordem e também pelos poderosos cavaleiros da Ordem dos Templários. É aqui que visitamos grandes lugares históricos como Acre, Damasco e Jerusalém.

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O jogo é repleto de lutas, espionagem, furtividade e fuga. A excelente história (em que personagens históricos aparecem, como Ricardo Coração de Leão), digna de um filme de ficção científica, mais um sistema de jogo inovador, belos gráficos e rica ambientação garantiram a Assassin’s Creed ótima recepção dos jogadores e dos críticos.

Aproveite para curtir o trailer de lançamento do jogo, que é excelente (aliás, todos são, recomendo que os assista).

Lançado em 2007
Período: Terceira Cruzada, também conhecida como Cruzada dos Reis (Séc. XII)

Assassin’s Creed II – A renascença italiana

Tudo-sobre-Assassins-Creed-Home-Assassins-Creed-IIO sucesso do primeiro Assassin’s Creed garantiu a continuação, seguindo o roteiro apresentado anteriormente. Desta vez, Desmond Miles, o barman sequestrado, continua sua jornada após conseguir se libertar das mãos da Abstergo, junto à sua nova parceira, Lucy Stillman, e seus amigos. Com uma versão aprimoarada-hackeada-copiada do Animus original, Desmond ingressa no Animus 2.0 e nele continua sua busca pelo tesouro chamado Maçã do Éden.

Desmond agora revive as memórias de outro antepassado seu: Ezio Auditore da Firenze. Em plena renascença italiana, nós acompanhamos o nascimento, crescimento e transformação de Ezio em um Assassino. Diferente de Altair, Ezio é um jovem novato que cresce (em diversos sentidos) em meio à rivalidade dos Assassinos e Templários, no centro do poder europeu. O pano de fundo para essa história traz novas cidades que nos são apresentadas ao longo da vida do personagem, como Florença, Roma e a belíssima Veneza, assim como novas personalidades históricas: Maquiavel, Leonardo da Vinci e a famigerada família Borgia.

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Assassin’s Creed II é considerado por muitos (e por mim também) como o melhor jogo da série. Tudo nele funciona: boa história, personagens carismáticos, sistema fácil e fluido, belos gráficos com arquiteturas muito bem trabalhadas e retratadas, além de uma evolução quando comparado ao seu antecessor, já que o segundo jogo corrigiu, praticamente, todas as falhas do primeiro game.

Em termos de história, Assassin’s Creed II apresentou um dos personagens mais emblemáticos da sério, já que Ezio Auditore retorna noutros jogos, como você verá a seguir.

Lançado em 2009
Período: Renascença (1476/99)

Assassin’s Creed Brotherhood – a reconstrução da Irmandade dos Assassinos

Tudo-sobre-Assassins-Creed-Home-Assassins-Creed-BrotherhoodO terceiro jogo da série é uma evolução natural do seu antecessor. Entre as muitas novidades que Assassin’s Creed Brotherhood trouxe para saga, foi aqui que estrearam o modo Online, tão requisitado e esperado pelos fãs do jogo. Pautado sempre na questão de construção da Irmandade dos Assassinos, em Assassin’s Creed Brotherhood nós conhecemos um jogo consolidado, maduro e ainda com um alto nível de divertimento e história.

De um lado, ainda acompanhamos Desmond Miles, agora preocupado não apenas com o artefato mágico que deveria encontrar, mas sim com os antigos donos desses artefatos, suas origens (que também se interligam com a origem da própria humanidade), além de descoberta de que o uso contínuo do Animus gera efeitos colaterais desastrosos para o usuário (na verdade, Desmond fica sabendo logo no começo da saga, mas a exploração deste item no enredo vai aumentando conforme os jogos), e também o conhecimento do sofrimento e destino de outras pessoas que passaram pela mesma coisa que ele.

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Aqui, o enredo de Assassin’s Creed está bombando com muitas perguntas e várias teorias sobre o que são e como as coisas se encaixam. Por outro lado, ao reviver as memórias de Ezio Auditore, nós visualizamos a construção de Roma e reconstrução da Irmandade dos Assassinos por Maquiavel e Ezio, além de outros Assassinos. Para tal, eles devem enfrentar o poder do papa Alexandre IV, Rodrigo Borgia e também seus filhos, Cesare e Lucrecia.

Muito divertido e também ótimo em história, Assassin’s Creed Brotherhood tornou o sistema mais maduro e consistente e continuou o enredo com ótima qualidade, destinando o caminho da saga Ezio para seu desfecho no próximo jogo, além das respostas de muitas questões.

Lançado em 2010
Período: Renascença, papado Bórgia (1499/1507)

Assassin’s Creed Revelations: a conclusão da saga Ezio e as respostas sobre a Irmandade

Tudo-sobre-Assassins-Creed-Home-Assassins-Creed-RevelationsEm muitos aspectos, Assassin’s Creed Revelations faz jus ao nome que carrega. Entre as principais realizações deste título está ao encontro da trindade dos Assassinos apresentada durante os últimos três títulos. Neste ponto da saga, muitas perguntas permanecem não apenas com o jogador, mas também com os personagens principais.

Assassin’s Creed Revelations se passa em 1511, quando um Ezio Auditore já experiente e Mestre Assassino (conhecido como ‘o Mentor’) parte para Masyaf no intuito de encontrar respostas sobre seu papel na Irmandade, e também em sua própria vida. Para quem não conhece, Masyaf é a primeira base da Ordem dos Assassinos, apresentada no primeiro jogo de Assassin’s Creed. Revisitá-la em Assassin’s Creed Revelations é uma sensação quase de nostalgia – revendo aquela grande fortaleza sob novo poderia gráfico, com variações de clima e também sob novo ângulo.

Ao mesmo tempo, do outro lado da história, Desmond Miles também está a descobrir qual é o seu papel em toda essa história, relembrando momentos importantes do seu passado. Agora, o protagonista da série está preso dentro do próprio Animus e encontra um personagem que já sondava a história: o Subject 16. Importante dizer que, no mundo real, Desmond permanece desacordado (em estado de coma), com seus parceiros, mais a presença de ninguém menos que William Miles (que, pelo sobrenome, você já deve imaginar quem seja).

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Assassin’s Creed Revelations muda bastante o cenário do jogo. Ezio muda de ares, sai de uma Itália reconstruída para uma Síria também em turbulência, e sua vida de Assassino segue mais um capítulo, agora nas cidades de Constantinopla e Capadócia,  também belas em suas idiossincrasias. E, claro, a história que interliga vários pontos ajuda na condução do enredo como um todo.

Sendo muito sincero com vocês, o vídeo abaixo é o que mais gosto de toda a saga. Apesar de gostar de todos os trailers, este, na minha opinião, ainda é o melhor.

Lançado em 2011
Período: Renascença, 1511

Assassin’s Creed III – um novo mundo a ser explorado

Tudo-sobre-Assassins-Creed-home-Assassins-creed-IIIO terceiro jogo da série foi um dos mais esperados, como também um dos mais vendidos. Assassin’s Creed III, apesar de ser o quinto jogo da série, apresenta um novo continente, um novo assassino, uma nova plataforma de jogo e muitas, muitas inovações. Primeira coisa que você deve saber: apesar de Assassin’s Creed Revelations ter esse nome, é em Assassin’s Creed III que a saga de Desmond tem um verdadeiro desfecho.

Bom, Assassin’s Creed III tem sua história contada entre 1753 e 1783, com a Revolução Norte Americana como pano de fundo. É nesta época que o jogo nos apresenta Ratonhnhaké:ton (leia-se Ra-doon-ha-gay-doon), um índio mohawk que tem sua vida transformada devido à colonização britânica. A trajetória do personagem o leva a ser conhecido como Connor e, em busca de vingança contra aqueles que acabaram com sua vila nativa, ele vai encontrar nomes conhecidos da história como Benjamin Franklin, George Washington e Thomas Jefferson.

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Dentre os muitos locais apresentados estão New York, Philadelphia, Londres e até uma “deturpada” cidade de São Paulo, no Brasil (que gerou muita polêmica, na época do lançamento). Independente disso, Assassin’s Creed III foi um marco na franquia Assassin’s Creed: tanto por concluir a saga de Desmond, quanto por trazer muitas novidades e melhorias no jogo.

Foi aqui que inovações como navegação (controle de navio), confecção de materiais, comércio, caça, mudança do clima, transição por cômodos dos cenários e entre outras, foram apresentadas ou melhoradas. Ainda, particularmente, Assassin’s Creed III foi o jogo que mais esperei em toda a franquia e ele atendeu às minhas expectativas em quase todos os sentidos.

Lançado em: 2012
Período: Revolução Norte Americana (1753/83)

Assassin’s Creed IV Black Flag – exploração na era de ouro da pirataria

Tudo-sobre-Assassins-Creed-Home-Assassins-Creed-IV-Black-FlagO anúncio de Assassin’s Creed IV Black Flag só confirmou o sucesso que o título anterior havia feito. As novas mecânicas, a possibilidade de comandar um navio, o cenário americano, e todas as muitas outras novidades levaram a história do jogo, das grandes cidades populosas ao imenso mar aberto. O jogo número IV (sendo, na verdade, o sexto da franquia) também fez fama pelo tema abordado, pelo grande mapa e variedade de missões a se fazer e, claro, pela diversão.

O personagem principal do jogo é Edward Kenway, um pirata conhecido por muita gente e temido por outros mais. Sua trajetória é contada desde o início, quando ele ainda não o pirata da capa do jogo e, numa das coisas mais legais da franquia, vamos construindo toda a fama de Kenway a cada nova ação e desenrolar da história.

Aqui, a presença de Desmond ainda conduz o jogador no tempo presente, mas o modo de jogo é bem diferente do que já foi apresentado na saga. Desta vez, não controlamos Desmond, mas sim um personagem funcionário da Abstergo que tem por trabalho estudar Edward Kenway descendente de Desmond Miles e também de Ratonhnhaké:ton (Connor).

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O sistema de jogo continua parecido quando estamos andando pelas cidades (que são várias, muito bem feitas e cheias de segredos para se desvendar), mas quando estamos a bordo do navio, Assassin’s Creed IV Black Flag se mostra um jogo grande e divertido de ser explorado. O mapa é imenso e há muitas, mas muitas ilhas para serem descobertas, além de navios inimigos e as missões no fundo do mar.

Entre os muitos personagens históricos, talvez o que mais se destaque esteja entre os seus amigos de pirataria: ninguém menos do que o famoso Barba Negra – um dos pontos fortes de Assassin’s Creed IV Black Flag é o conjunto de personagens, que são todos carismáticos. Antes de terminar, quero expressar que este pode ser considerado um dos jogos mais divertidos de toda a série. Ele não é o mais bonito, nem tem a melhor história, mas a diversão, esta, sim, foi 10/10.

Lançado em: 2013
Período: era de ouro da pirataria (1715/18)

Assassin’s Creed Rogue – o outro lado da história

Tudo-sobre-Assassins-Creed-Home-Assassins-Creed-RogueAssassin’s Creed Rogue foi uma das melhores surpresas de toda a franquia. Primeiro porque o jogo surgiu como alívio para os fãs da franquia na geração antiga de consoles (PS3 e Xbox360), já que o ano de 2014 parecia destinado apenas a Assassin’s Creed Unity (para PS4 e XBox One). Segundo, Assassin’s Creed Rogue não traria apenas um personagem principal Assassino, mas, sim, um Templário.

Somente com essas informações, já é possível prever que o título seria, no mínimo curioso. Assim foi e isso fez toda a diferença. Para quem conhece a saga, sabe que a história de Assassin’s Creed possui uma linha muito tênue em termos de “certo” e “errado”. Isso porque as duas forças que se opõem na história do game, Assassinos e Templários, buscam objetivos parecidos, porém, com métodos totalmente diferentes.

Isso é MUITO evidente nos diálogos da trama e nos confrontos entre os personagens principais dos jogos e seus antagonistas. Desde o primeiro jogo, isso é latente e Assassin’s Creed Rogue veio mostrar que a franquia tem muitos tons de cinza entre o preto e o branco.

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Tentando falar um pouco mais do jogo, começamos a história com Shay Patrick Cormac, um jovem Assassino com grande potencial dentro da irmandade. Certo dia, em missão, Shay testemunha uma série de fatos e, principalmente, uma tragédia que o faz repensar no caminho que está seguindo. Com muitas dúvidas, diferentes fatos o levam não apenas a deixar a irmandade dos Assassinos, mas, também, a querer detê-los de cumprir alguns objetivos.

Este plot foi ótimo para um cenário norte-americano gélido e com sistemas já consolidados. Assassin’s Creed Rogue foi construído sobre a mesma engine que criou Assassin’s Creed III e Assassin’s Creed IV Black Flag, então, a mecânica do jogo, assim como as animações e o sistema de luta e exploração são um dos melhores de toda a franquia. Assassin’s Creed Rogue é um excelente jogo e um dos meus favoritos títulos da série. Em termos de história, sistema de jogo, ambientação e tudo mais.

Lançado em 2014
Período: guerra dos sete anos, 1752/58 (séc. XVIII)

Assassin’s Creed Unity – o mais ambicioso jogo da franquia

Tudo-sobre-Assassins-Creed-Home-Assassins-Creed-UnityA primeira coisa que você vai ouvir sobre Assassin’s Creed Unity sempre será controversa. Este foi o título que colocou a franquia de Assassin’s Creed em xeque. Imagine que uma produtora francesa fez muito dinheiro e diversos jogos excelentes em uma franquia que tem como pano de fundo um assunto culturalmente rico: a história da própria humanidade. França, cultura, história da humanidade…

Imagine agora, o tamanho da expectativa que é gerada quando é anunciado que esta empresa (francesa, lembre-se) fará um jogo desta franquia ambientada não somente no seu país, França, mas, também, numa das épocas mais importantes da história ocidental. Some a tudo isso o fato deste jogo ter como responsabilidade vender os consoles da nova geração.

Este é o cenário de uma gigantesca expectativa. E, infelizmente, quando o jogo foi lançado, ele estava muito incompleto. Ou seja, pegou muito, mas MUITO mal. E esta foi a imagem que o jogo teve por muito tempo (tem até hoje).

Mas, sendo sincero, e não apenas um fã da franquia, Assassin’s Creed Unity é um belo jogo. O título detém, na minha opinião, o status de “o mais belo Assassin’s Creed já lançado”. E, além de belo, trouxe um sistema de customização altamente amplo, um mapa gigantesco cheio de coisas para se fazer e, por fim, pela primeira vez na franquia, um sistema de multiplayer cooperativo. Tudo isso fez de Assassin’s Creed Unity um marco na franquia.

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“Mas e a história?”, você me pergunta. E eu te digo: o personagem principal, Arno Dorian, vive uma tragédia com a morte de seu pai quando Arno ainda era criança, uma vida crescida na alta sociedade francesa e um começo de vida adulta conturbada por mais assassinatos, a briga entre Assassinos e Templários e, por fim, um romance digno de Romeu e Julieta, com uma das personagens femininas mais marcantes da série, Élise de la Serre.

Tudo o que tiver ouvido falar de Assassin’s Creed Unity, leve em consideração que foi bastante pontual. O jogo foi corrigido, ficou ainda mais bonito e conta uma boa história (mas não é a melhor da saga). Seu lançamento deixou uma cicatriz muito profunda, mas isso não pode ser argumento para não desfrutar deste belo título da franquia – e, por favor, veja este trailer.

Lançado em 2014
Período: revolução francesa, 1789 (fim do séc. XVIII)

Assassin’s Creed Syndicate – o primeiro jogo da franquia na era moderna

Tudo-sobre-Assassins-Creed-home_Assassins-creed-SyndicateUm novo ano para Assassin’s Creed, um novo palco para a franquia. Depois da França, a briga entre Assassinos e Templários teve a Inglaterra e a Revolução Industrial como tema para contar a história dos irmãos Frye. Em Assassin’s Creed Syndicate, pela primeira vez na franquia, podemos trocar de personagem, escolhendo entre os gêmeos Jacob e Evie Frye para conhecer a história por trás da libertação de Londres.

Assassin’s Creed Syndicate é uma porção de coisas: divertido, grande, bonito, bem feito e muitos outros adjetivos. Sendo o segundo jogo da geração mais nova de consoles (PS4 e Xbox One), o título acertou onde seu antecessor errou e entregou uma boa experiência para os fãs da série, assim como um jogo divertido para quem está debutando na franquia.

A história: dois irmãos Assassinos, depois de anos de treinamento e ação comedida, saem de uma pequena cidade inglesa para combaterem o poder Templário na maior cidade do mundo no fim do século XVIII: Londres. Aqui, a franquia Assassin’s Creed se interliga com outras mídias da franquia (como os quadrinhos), expande o universo interligando alguns pontos em aberto (e abrindo outros também).

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Junto ao elenco dos personagens, temos personalidades como Graham Bell, Karl Marx, Charles Darwin, Charles Dickens e outros rostos conhecidos. Todos eles em uma cidade detalhadamente construída em seus diversos detalhes: Londres é uma cidade viva, pulsante e agitada. E as novas mecânicas de jogo representam muito bem a modernidade da época, assim como o clima.

Assassin’s Creed Syndicate foi (ainda é) um grande sucesso. Mas, mesmo assim, depois dele, a Ubisoft puxou o freio de mão para repensar os rumos de sua principal franquia de jogos. O ano seguinte, de 2016, ficou sem uma sequência nova (um novo Assassin’s Creed triplo A), mas não por Assassin’s Creed Syndicate ter falhado, mas, sim, por todo mundo já ter sentido que, após oito grandes títulos, era hora de repensar os rumos da saga com mais atenção.

Lançado em 2015
Período: revolução industrial (1868)

Os livros de Assassin’s Creed

Seguindo o grande sucesso da franquia no mundo dos games, a Ubisoft também fez o lançamento dos livros da franquia Assassin’s Creed. Esta é uma prática muito comum lá fora, nos países de língua inglesa, mas, nos últimos dez anos, tem crescido aqui no Brasil também. Atualmente, é comum encontrar adaptações de jogos para romances e, Assassin’s Creed se aproveitou bem desse filão.

Em uma entrevista, o presidente da Ubisoft, Yves Guillemot, afirmou que, dos livros de Assassin’s Creed vendidos no mundo, 50% deles o são no Brasil. Sério, metade! É muita coisa. Atualmente, são pelo menos oito volumes lançados oficialmente, tanto lá fora, quanto aqui. Todos eles são baseados nos jogos principais da franquia, mas, ao longo do tempo, eles tiveram uma singela mudança no objetivo principal.

Os primeiros volumes dos romances se preocupavam, apenas, em narrar os acontecimentos ocorridos nos jogos. A leitura desses volumes era praticamente o mesmo enredo do que foi jogado, geralmente, no jogo correspondente, por exemplo.

Assassin’s Creed Renascença é o primeiro romance da saga e sua história é baseada no jogo Assassin’s Creed II. Se você acompanhar a narrativa ao mesmo tempo em que joga, notará a preocupação do livro em descrever o que está sendo apresentado no game. Entretanto, com o tempo, a proposta se tornou outra.

A partir do livro Assassin’s Creed Renegado, a Ubisoft optou por ampliar o universo e contar histórias que focam nos pormenores de acontecimentos dos games. A estratégia deu muito certo. Agora, as pessoas interessadas em uma história de aventura para ler têm os romances da saga e, ao mesmo tempo, que já jogou e é fã, precisa complementar o conhecimento da história, apresentada na jogo, lendo os adendos nos livros.

Atualmente, esses são os livros lançados com a proposta de romance.

Além dos romances, outros livros podem ser encontrados no Brasil, entretanto, a grande quantidade de brochuras sobre Assassin’s Creed está lá fora. Principalmente os livros mais completos, de capa dura, comentando a história da franquia ou de um título, ou ainda, funcionando como uma coletânea de imagens.

Aqui, por incrível que pareça temos três ótimos lançamentos.

Entretanto, falarei mais sobre isso noutra postagem – que já está quase pronta.

E, para fechar a seção de livros, ainda este ano a Ubisoft lançará uma nova série de romances voltados para o público infanto-juvenil. Trata-se de Assassin’s Creed – Last Descendants. É bem possível que a brochura lance no Impávido Colosso como “Assassin’s Creed – Os últimos descendentes”.

Na história, temos um adolescente que trabalha na área de TI e, por acontecimentos repentinos em sua vida, ele se vê em meio a uma briga de irmandades, Assassinos versus Templários e, junto com seus amigos, terão que encontrar um tesouro antigo. A premissa é a mesma dos muitos produtos de Assassin’s Creed: alguém no presente relembrando as memórias de um descendente no passado para encontrar algo no próprio tempo presente.

Entretanto, a proposta para este livro é totalmente nova por causa do público. Parece que a Ubisoft percebeu que seus jogos fizeram fama com o público mais jovem e resolveu atacar com um produto mais específico.

Se quer saber mais sobre os livros de Assassin’s Creed, aqui tem uma postagem específica sobre os livros de Assassin’s Creed: romances, guias, artbooks e mais. A postagem fala mais sobre cada um dos volumes e tendo espaço para mais aprofundamento. Obviamente, ao longo dos lançamentos – e do tempo, novos volumes vão sendo adicionados.

Os quadrinhos de Assassin’s Creed

Fãs de Assassin’s Creed deram uma sorte danada quando escolheram tal franquia para gostar. Digo isso pois a quantidade de produtos além dos jogos é bem grande. Quem curte histórias em quadrinhos, por exemplo, vai se delirar com as séries de HQs de Assassin’s Creed.

Eu as divido, basicamente, em sete grupos:

  1. Subject Four (The fall and The chain – A queda e A Corrente)
  2. The Ankh of Isis e The Scepter of the Aset, duas trilogias seguindo a mesma história
  3. Assassin’s Creed Brahman
  4. Assassin’s Creed IV Kakusei (Awakening) – Ou, simplesmente, o mangá de Assassin’s Creed
  5. Assassin’s Creed 2015 – A saga de Charlotte de la Cruz
  6. Templars – uma série de Assassin’s Creed focada nos Templários
  7. Assassin’s Creed Conspirations: a ser lançado em 2016, ambientado na Segunda Guerra Mundial

Cada um desses grupos traz contextos e Assassinos diferentes, que podem ser lidos independentemente.

Se você é um fã inveterado, acho que não há opção além de ler tudo sobre Assassin’s Creed. Agora, se você só gosta de quadrinhos, e, ao mesmo tempo joga Assassin’s Creed, de repente, dá para “dar uma olhadela” por algum deles. A primeira saga dos quadrinhos está em Assassin’s Subject Four. O volume único é uma edição especial que traz duas histórias lançadas separadamente: Assassin’s Creed A queda e Assassin’s Creed A corrente. Ambas são excelentes e devem ser lidas na sequência. Elas se se conectam ao universo do jogo (com Nikolai Orelov e Daniel Cross) e foram lançadas, no máximo, em seis edições (três para cada história). No Brasil, foram lançadas apenas duas revistas.

Os quadrinhos oficiais – lançados pela Ubiwokshop (lançados no Brasil)

Logo depois, sob o mesmo selo, foi lançada Assassin’s Creed Brahman, que é praticamente uma Graphic Novel, com uma história fechada em apenas uma brochura – e, por sinal, uma DIVERTIDÍSSIMA história. É aqui que conhecemos o Assassino que estrela os jogos de Assassin’s Creed Chronicles Índia: Arbaaz Mir

Quadrinhos publicados pela editora francesa: Les Deux Royaumes

Se você não se importa com a quantidade de volumes de HQs, as trilogias do Ankh de Isis e The Scepter of the Aset já está completa (lá fora) e mostra diferentes Assassinos no decorrer da sua saga. São seis volumes: #1 Desmond, #2 Aquilus, #3 Accipiter, #4 Hawk, #5 El Cakr, #6 Leila. A história é polêmica, já que, no começo, parecia ser algo relacionado aos games, mas depois foram declaradas como não-canônicas, na mesma época em que os jogos da série tomavam outro rumo – vai saber.

A Les Deux Royaumes é uma editora francesa da própria Ubisoft e foi formada em 2009. Entretanto, no Brasil, a adaptação ainda está se arrastando. Segundo um contato da Galera Record, o produto não é feito aqui no Brasil, mas sim na Índia (oi?), então, os brasileiros vão ter que esperar a continuação da saga em português…

Para piorar o cenário, a Ubisoft revelou em junho de 2016 a capa conceitual de uma nova publicação. Trata-se de um novo arco de histórias que se passará na Segunda Guerra Mundial. Os quadrinhos serão divididos em duas edições. A primeira já tem nome: Assassin’s Creed Conspirations. O lançamento está previsto para Outubro de 2016. Confira a capa.

Tudo-Sobre-Assassins-Creed-Os-quadrinhos-de-Assassins-Creed-Conspirations-Segunda-Guerra-Mundial

Assassin’s Creed Kakusei ou Awakening: o mangá de Assassin’s Creed IV Black Flag

Outro produto é o mangá, chamado Assassin’s Creed IV – Kakusei (Awakening), até o momento, está na oitava edição. Pelo desenrolar da história e dos personagens, dá impressão de que mais algumas edições serão lançadas. Eu chuto ter pelo menos uns dez ou quinze volumes. Mas, me pergunto se o hype por cima de Edward Kenway não vai sumir até termos todos os mangás lançados…

Eu os li até onde foram lançados (pela internet, óbvio) e a história é, claro, diferente das do game. A diversão, claro, é garantida, mas ainda acho que a Ubisoft deveria ter investido num anime. Aí, sim, seria genial.

Quadrinhos lançados pela Titan Comics: as primeiras séries mensais

As duas séries mais recentes de quadrinhos continuam sendo lançadas no ano de 2016. Lançadas com a proposta de uma série mensal, editadas pela Titan Comics, as duas séries possuem total interligação com os games e prometem revelar segredos e responder dúvidas que ficaram abertas nos jogos principais.

A primeira é a série Assassin’s Creed, que conta a história de Charlotte de la Cruz, descendente de diferentes Assassinos em diversas épocas passadas. A personagem principal, assim como o primeiro personagem principal dos jogos, Desmond Miles, é assistida pela Irmandade dos Assassinos no tempo presente e, no desenvolvimento de sua história, vai aprendendo a habilidade de seus antepassados.

Em paralelo, a Titan Comics também publica a série de quadrinhos Templars, focada, como o nome diz, nos Templários. A série atualmente segue os passos de Black Cross, um exímio e temido agente Templário na Inglaterra de 1927. Ambas publicações continuam sendo feitas mensalmente e os arcos de história ainda estão em desenvolvimento. Para quem gosta de publicações mensais, essas duas são as opções.

Outros jogos de Assassin’s Creed

Como diversas franquias de sucesso, Assassin’s Creed não está presente apenas nos consoles principais e computador. A estratégia de ampliação do alcance dos títulos do que seria o principal jogo da Ubisoft fez Assassin’s Creed chegar aos portáteis, tanto das empresas fabricantes de consoles de mesa, quanto celulares e também a Internet.

A lista de jogos é bem grande. Principalmente após a ‘mania’ de se ter jogos e aplicativos funcionando via web, seja via Facebook, seja via navegador.

Começando com um panorama ‘rápido’, a lista de jogos pode ser dividida em: jogos para portáteis de games, jogos para mobile (tablet e celular) e jogos para Internet, seja navegador, seja em sites específicos, como Facebook. E, claro, tem uma postagem preparada sobre esses jogos, falando mais detalhes sobre cada um deles, a importância, as características, entre outras coisas. Ela está a caminho. Em breve, eu a publicarei.

Jogos de Assassin’s Creed para consoles portáteis

  • Assassin’s Creed Altair’s Chronicles – Nintendo DS (2008)
  • Assassin’s Creed Bloodlines – PSP (2009)
  • Assassin’s Creed II Discovery – Nintendo DS (2009)
  • Assassin’s Creed III Liberation – PS Vita (2012)

Jogos de Assassin’s Creed para web

  • Assassin’s Creed Project Legacy – Facebook (2010)
  • Assassin’s Creed Initiates – website (2012)

Jogos de Assassin’s Creed para mobile (smartphones e tablets)

  • Assassin’s Creed Multiplayer Rearmed – iOS (2011)
  • Assassin’s Creed Recollection – iOS (2011)
  • Assassin’s Creed Pirates – iOS/Android (2013)
  • Assassin’s Creed Memories – iOS (2014)
  • Assassin’s Creed Unity Companion – iOS/Android (2014)
  • Assassin’s Creed Identity – iOS/Android (2014/2016)

Tudo-Sobre-Assassins-Creed-London-Gang-App

  • Assassin’s Creed London Gang (2015)

Fiz questão de colocar o Assassin’s Creed London Gangs separado, já que este aplicativo não apareceu por aqui – na verdade, não apareceu em nenhum lugar fora do Canadá.

Filmes, animações, trailers, músicas e outras mídias

Quem chegou até aqui, vai poder visualizar bem o que é Assassin’s Creed e seu amontoado de mídias espalhadas pelo mundão da Internet. Exemplo: eu não criei uma “parte deste especial” dedicada à música de Assassin’s Creed, mas, te garanto, se assim o fizesse, teria bastante material para usar também.

Aliás, aproveito o gancho para falar uma coisa, se você tem uma conta no Deezer, Spotfy ou Napster e gosta de Assassin’s Creed, faça uma busca desse termo lá. No app só tem, assim, como eu posso dizer, TODAS AS MÚSICAS de todos os principais Assassin’s Creed lançados para PC.

 Tudo-sobre-Assassins-Creed-Deezer

 

Vale a pena. Mas, na verdade, acredito que todo esse conteúdo está disponível no próprio YouTube. Só colocar “Trilha sonora Assassin’s Creed” ou “Soundtrack Assassin’s Creed” e dar o play.

Só que a ideia aqui não é falar das músicas, mas, sim, dos vídeos.

São vários os vídeos sobre Assassin’s Creed, de séries a animações, passando por curtas, entre outros. Agora, em 2016, lança o filme de Assassin’s Creed, o primeiro longa metragem para o grande público, estrelado por Michael Fassbender. Se você chegou até aqui, provavelmente já viu o trailer, mas, ainda assim, faço questão de deixá-lo aqui embaixo:

Entretanto, um dos materiais que acho mais bacana sobre Assassin’s Creed são os trailers, que você provavelmente já assistiu acima, na seção sobre os games principais da franquia.

Em tempos que tudo é disponibilizado em vídeo, não é mais do que obrigação uma franquia de games ter muito desse material na Internet, mas Assassin’s Creed tem vários e a maioria de ótima qualidade. Quer ver boa parte deles? A melhor maneira é visitar o canal do YouTube da Ubisoft ou playlists com estas, do canal Assassin’s Creed, obviamente. Ainda assim, estou terminando algumas postagens exclusivamente sobre alguns vídeos que estão interligados e logo menos estará tudo por aqui, reunido e comentado.

Este, abaixo, é um dos melhores vídeos feitos para a saga. É um trailer que mostra a essência de um Assassino logo no primeiro jogo e dá o tom não apenas para o personagem principal do primeiro Assassin’s Creed, Altair, mas, sim, de todo o modo de ação que pode ser feito durante o jogo.

Ao mesmo tempo, outros trailers trazem, também, a boa atmosfera do jogo bem diferentes do primeiro título. No caso, este é o chamado Trailer da Tatuagem, onde a história de Edward Kenway, personagem principal do jogo Assassin’s Creed IV Black Flag, é contada através de cada uma de suas muitas tatuagens.

Loja de produtos oficiais Assassin’s Creed

Uma coisa que sempre me perguntam é: tem onde comprar isso de Assassin’s Creed?

E eu respondo: sim. Sempre tem.

E é quase uma verdade irrefutável. Assassin’s Creed tem muitas coisas vendáveis. Roupas? Aos montes. Camiseta, blusa, blusas com capuz (claro!), ou, simplesmente, as famosas hoddies, camisa feminina, camisa social (só do Unity, que é chique), toucas, bonés, chaveiros, cintos… Cara, tem coisa pra caramba.

Se liga:

Mas, não é só isso. Mais do que roupas, há também os livros especiais (não os romances) com gravuras inéditas, artworks utilizados em propagandas e artes conceituais (de como um personagem poderia ou deveria ser), além dos famosos e detalhados colecionáveis. Muita gente chamaria simplesmente de brinquedos de Assassin’s Creed, ou “bonequinhos”, estatuetas, sei lá. A verdade é que há “bonecos colecionáveis” de todos os Assassinos já lançados em seus jogos principais. Com isso eu quero dizer: Altair, Ezio, Connor, Edward e todos os outros…

Tudo-Sobre-Assassins-Creed-mcfarlane-toys-bonecos-colecionáveis-brinquedo
Todos os colecionáveis de Assassin’s Creed pela McFarlane Toys (foto do excelente site Access the Animus)

Mas, tem mais do que isso. Assassin’s Creed é uma doença que está dominando o mundo, então, também já tenho um texto pronto apresentando mais coisas (só estou editando). Nele você poderá conferir: jogos de tabuleiro, brinquedos infantis e outros produtos “piratas” ou originais, vendidos aqui mesmo, ou lá fora.

Aliás, aqui vem a notícia ruim: a maioria (quase tudo) disso está disponível lá na terra do Tio Sam. E, para piorar, nosso Real vale quase nada e pagamos mais que três deles para conseguirmos apenas uma doleta. Se fosse somente pelo preço (atualmente, multiplicado por três) até que daria para comprar algumas coisas sem medo. O problema maior está na taxa que você provavelmente terá que pagar quando comprar uma blusa, que vira em uma embalagem monstro, e o nosso querido governo brasileiro enfiará uma espada de duas mãos no seu ventre, para pegar um pouco mais do seu dinheiro, já que você não paga quase nada disso por aqui mesmo…

[Da última vez que atualizei este texto, a loja da UbiWorkShop no Brasil ainda não havia inaugurado. Esperamos que o site abra ainda em 2016, ou, no máximo em 2017, com o lançamento do filme. Se quiser checar, aqui vai www.ubiworkshop.com.br.]

Claro que ainda há muito mais coisas sobre Assassin’s Creed (muito mais). Indo de produtos específicos, como a Coleção de bustos que vem sendo lançada ao longo do tempo, passando por jogos para celular, até os Action figures.

Notícias semanais sobre Assassin’s Creed no AC Drops

Se você gosta muito de Assassin’s Creed, sabe que quase todo dia são lançadas notícias novas sobre o assunto. Pois é. São muitas notícias relacionadas à saga, não apenas sobre jogos, mas sobre filmes, quadrinhos, livros, produtos colecionáveis, roupas e o que mais você imaginar. Por isso, para ajudar os que querem se manter atualizado sobre o assunto, eu tenho um programa semanal com as principais notícias somente sobre Assassin’s Creed.

Atualmente, o canal está, na verdade, no blog Tartaruga Cósmica, onde meus conteúdos sobre Assassin’s Creed nasceram. Vou deixar aqui o vídeo de apresentação do programa. Muito em breve, provavelmente, o conteúdo será migrado para um canal próprio do blog, que é o que faz mais sentido. Assim que acontecer, você saberão.

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4 Comments

  1. Cara, você está de parabéns! Um belíssimo e perfeito trabalho feito. Há tempos estava procurando um site que pudesse detalhar todas as franquias desse universo tão criativo e incrível que é o Assassin’s Creed.
    Parabéns, Eder!

    • Obrigado, Victor. A ideia é essa mesmo, tentar publicar o máximo de informação importante acerca da saga. É muito difícil, já que tem muita coisa, mas a gente tenta. 🙂

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